Domingo, 28 de Novembro de 2004, 16:03:02

novembro 28th, 2004 | by Aldrin Leal |

Impressões Sobre o Norte

As agruras de ser paraense em manaus, crônica numero XVIASIDAIDIW$%TR.

No end to the hostility

Now they want to be somewhere else

No stranger to brutality

Now they'd like to be someone else


Midnight Oil, “Kosciuzko”

É de alguma forma engraçado a relação entre os paraenses e o manauaras, visto que, aparentemente, tem manauara achando que tem paraense demais aqui. E as piadas, até que são *MUITO* boas e no fundo, divertidíssima.

Mas isso é o lado cômico. Me pergunto se não estamos criando um preconceito contra o nosso próprio meio, ou seja, o norte do brasil. Eu tenho meu lado de achar que manaus é filial, e manaus tem o lado de achar que o paraense é bandido. Por hora, tem sido uma relação pacífica: Gosto realmente da idéia do paraense bandido feladaputa estar ministrando o curso, pois, afinal de contas, instrutor bandido, que ensina como ser ishperto, é um produto em extinção, apesar dos alunos desejarem. Bem, o bandido sou eu, e sou paraoara, apesar de não estar hospedado em Puraraquara (a colônia paraense que quer se renomear para Pará-raquara), e sim no hotelzinho do Centro.

A dificuldade toda está talvez na integração: São 7 dias de barco, e não menos que duas horas de jato. São as duas maiores metrópoles, mas certamente uma estrada criaria uma gigalópole, no mínimo, curiosa. Talvez a ausência de outros polos pra balancear comprometa a viabilidade desta situação, mas, é apenas um pensamento ingênuo, e portanto, sem nenhuma política pra se basear em.

Vá entender.

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