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	<title>mnemetica &#187; artigos</title>
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	<description>A Linguagem enquanto um vírus...</description>
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		<title>O Guia de Sobrevivência da Graduação, Parte II: “Cobrando”</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/10/20/945/o-guia-de-sobrevivencia-da-graduacao-parte-ii-%e2%80%9ccobrando%e2%80%9d.html</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 01:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma continuação do guia iniciado <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/03/06/921/o-guia-de-sobrevivncia-da-graduao-parte-i-cobre-se.html">neste post</a>, aonde o nosso protagonista revela sua falha de análise e nos propõe um projeto conjunto.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma continuação do guia iniciado <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/03/06/921/o-guia-de-sobrevivncia-da-graduao-parte-i-cobre-se.html">neste post</a>, aonde o nosso protagonista revela sua falha de análise e nos propõe um projeto conjunto.</p>
<p>Bem, demorou. Um dos motivos foi que, a primeira vista, era tanta coisa que não compensava botar num post. Não é limitação do WordPress, mas é limitação do conceito de blogging como um todo.</p>
<p>Ok, parêntese: O intuito original deste post era fornecer mecanismos para balancear a relação quando da desarmonia. Técnicas de Análise e Resolução de Conflitos. Analisar, Documentar, e Compartilhar o conhecimento, entende?</p>
<p>Então, diante disso, resolvi criar um subprojeto-pessoal: Criei no <a href="http://www.leal.eng.br/wiki/">wiki do leal.eng.br</a> um Mini Guia. Este guia busca orientar soluções (ou melhor, &#8220;Padrão de Soluções&#8221; através de análise das forças/aspectos envolvidos e, principalmente, com um repositório de &#8220;Podrões de Projeto&#8221;).</p>
<p><a href="http://www.leal.eng.br/wiki/misc:gprf:start">Eis o endereço</a>. Prometo informá-los quando do andamento e informá-los sobre atualizações importantes &#8211; Mas nada impede que assinem o <a href="http://www.leal.eng.br/wiki/feed.php">feed do wiki</a>. </p>
<p><em>Ergo, Divirtam-se!</em></p>
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		<title>Project Zero (ou WebSphere sMash) &#8211; Porqu&#234;, pra qu&#234;, o que, quando, e como? (E o que que &#233; mesmo?)</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/05/20/931/project-zero-ou-websphere-smash-porqu-pra-qu-o-que-quando-e-como-e-o-que-que-mesmo.html</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 11:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[sys/net]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Um bate-bola rápido sobre o ProjectZero, o meu ambiente favorito pra desenvolvimento atualmente. A História da Web: Relembrar é Entender Acompanhar a Web envolve um pouco da própria natureza da tecnologia: Novas demandas, novos desafios, e a constante necessidade de manter tudo alinhado com o que já existia, oferecendo recursos que originalmente sequer foram imaginados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um bate-bola rápido sobre o ProjectZero, o meu ambiente favorito pra desenvolvimento atualmente.</em></p>
<h2>A História da Web: Relembrar é Entender</h2>
<p>Acompanhar a Web envolve um pouco da própria natureza da tecnologia: Novas demandas, novos desafios, e a constante necessidade de manter tudo alinhado com o que já existia, oferecendo recursos que originalmente sequer foram imaginados. Basicamente, as principais tecnologias que compõem a Web, entre 1990 a 2000, surgiram da necessidade de resolver os seguintes problemas:</p>
<table cellspacing="2" cellpadding="2" width="507" border="1">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="264">Problema / Necessidade</td>
<td valign="top" width="235">Solução</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Ambiente Hipermídia Cliente-Servidor</td>
<td valign="top" width="235">HTTP / HTML</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Controle de Acesso</td>
<td valign="top" width="235">Autenticação HTTP</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Preencher e Editar Campos, Interação com Bancos de Dados</td>
<td valign="top" width="235">Formulários HTML, CGI</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Gerência de Sessão</td>
<td valign="top" width="235">Cookies</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Segurança de Tráfego</td>
<td valign="top" width="235">SSL</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Conteúdo Rico</td>
<td valign="top" width="235">Applets Java, ActiveX, JavaScript</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Separação de Conteúdo e Apresentação</td>
<td valign="top" width="235">CSS</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Integração entre Serviços</td>
<td valign="top" width="235">XMLRPC / SOAP</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Agora repare esta tabela com um olhar crítico: Dentro da visão original da Web, ela buscava apenas ser um repositório online de documentos, o que basicamente envolve HTTP e HTML. Ou seja, apenas o primeiro item da lista.</p>
<p>Todas estas necessidades transformaram a mesma em um ambiente dinâmico de troca de informações. Os documentos não eram mais arquivos em uma pasta: Tornaram-se registros complexos em grandes bancos de dados, constantemente acessados e modificados.</p>
<p>A solução Java, àquiela época, eram os Servlets, que buscavam apenas a geração de conteúdo dinâmico. Ela se situa no tempo um pouco depois do conteúdo rico na linha do tempo. Era uma solução adequada? Bem, não muito, mas o Java Server Pages, em 1998, ajudou a aliviar e torná-la mais agradável.</p>
<p>Mas acompanhando esta corrida, perceba que surgiram requisitos implícitos: Bancos de Dados, Logs, Gerência de Concorrência, Pooling de Recursos. Performance e Elegância.</p>
<h2>Complexidade</h2>
<p>Esta complexidade minou inicialmente o poder do Java. As soluções saiam, mas jamais dentro de padrões aceitáveis de performance. A Lei de Moore ajudou e hoje Java está entre as plataformas mais adequadas em termos de performance, e relação custo-benefício adequadas a maioria das corporações.</p>
<p>Perceba a ressalva acima: Corporações. Ela ainda estava – e ainda está – inacessível a maioria dos desenvolvedores. Desenvolver em casa e publicar na web uma aplicação Java envolve um pouco de esforço em achar soluções de hospedagem, devido a natureza do negócio de hospedagem.</p>
<p>Em paralelo, ambientes como Perl e PHP trouxeram uma outra visão: Ambientes Interpretados, leves, com valores diferentes do que o público-alvo do java buscava. Isto gerou uma impedância entre os ambientes que até hoje persiste: A maioria dos ambientes de hospedagem é capaz de rodar Perl e PHP, mas não Java. Isto criou uma cultura e uma divisão: Programadores PHP acham Java Complexo demais, e Programadores Java consideram PHP inadequado para fazer aplicações dentro das necessidades da sua empresa.</p>
<h2>AOP, IOC, DI e ORM: Abordando os Problemas sob outro Ponto de Vista</h2>
<p>Estamos em 2004. Nesta época, as soluções Java já estavam sendo questionadas quanto a sua capacidade de manterem-se adequadas aos requisitos modernos. O AOP criou um novo paradigma de programação, mas o conceito de Injeção de Dependências e Inversão de Controle, popularizados pelo Spring, e o de Mapeamento Objeto-Relational (Hibernate) mostraram que desenvolver em Java era possível – apenas não estavam sendo feito de uma forma efetiva.</p>
<p>Em paralelo, o Struts tornava-se norma, enquanto buscava-se ao JSF a agilidade e leveza que o ASP.NET trazia.</p>
<h2>Ruby on Rails – Uma Nova Abordagem (e Valores)</h2>
<p>O Ruby on Rails é um divisor de águas: Com um novo jogo de valores (YAGNI, DRI), ele buscou a simplicidade e jogou outro requisito na roda: Interatividade. Muitos (bons) programadores Java, Perl, Python e PHP foram para o Ruby on Rails.</p>
<h2>Web 2.0</h2>
<p>Em paralelo, cunhou-se o termo “Web 2.0”. Redes, Ajax, Mashups. Novos requisitos na roda.</p>
<h2>Recomeçando</h2>
<p>Neste ponto, haviam 3 grandes problemas:</p>
<ul>
<li>Haviam basicamente 2 tribos de desenvolvedores Web: Os programadores de Scripting (PHP/Perl/Python), com ambientes interpretados, dinâmicos e leves, e os programadores Java, compilados e exigindo mais memória;</li>
<li>As soluções interpretadas forneciam aplicações com grande demanda (CMS), enquanto as Java eram orientadas ao ambiente enterprise. Porém, isso não impedia que soluções de CMS open source fossem viáveis para corporações, mas o temor natural de integrar uma aplicação PHP com uma base de dados manipulada por uma aplicação Java inibia a sua adoção, resultando em vários CMS Java de uso interno – causando diariamente a reinvenção da roda nas empresas;</li>
<li>Haviam outras maneiras de se fazer as coisas, e mais atrativas que em Java;</li>
</ul>
<p>No ambiente Java, criou-se um claro conflito de valores: Como produzir mais e ao mesmo tempo, integrar com o que eu tenho?</p>
<p>Esta proposta foi a premissa para a IBM inaugurar o Project Zero.</p>
<h2>O Conceito:</h2>
<p>O Project Zero busca trazer leveza, reuso, simplicidade e agilidade para o desenvolvimento web. As seguintes premissas foram adotadas:</p>
<ul>
<li>O Java permite o uso de linguagens Interpretadas;</li>
<li>O Ambiente Servlet/JSP é complexo, e isto causa problemas;</li>
<li>O conceito dos Archives J2EE &#8211; EAR, WAR, RAR não provê a reusabilidade necessária para as aplicações, trazendo retrabalho;</li>
<li>O ambiente deve ser flexível, permitindo que vários meios sejam usados para desenvolver um website;</li>
<li>O Open Source é uma realidade, e não pode ser ignorado;</li>
</ul>
<p>Desta forma, a proposta do Zero procura englobar estes fatores em uma solução onde:</p>
<ul>
<li>O open source seja uma realidade, e que a equipe interaja com a comunidade buscando uma solução não apenas com massa crítica, mas focada em um objetivo comum;</li>
<li>Linguagens como Groovy e PHP possam integrar-se com o Java;</li>
<li>O reuso de aplicações Web seja uma coisa possível</li>
<li>O desenvolvimento pode ser feito a partir de um runtime pequeno (2MB), podendo ser feito pela linha de comando, IDE (Eclipse), ou até pelo Browser (AppBuilder);</li>
<li>As abstrações de acesso a dados (arquivos locais e remotos, e-mail, e Web) sejam vistos como recursos REST, abstraindo a complexidade de uma forma homogênea</li>
</ul>
<p>O Zero possui um <a href="http://projectzero.org/" target="_blank">website</a>, com <a href="http://www.projectzero.org/blog/" target="_blank">blog</a>, <a href="http://www.projectzero.org/forum" target="_blank">forum</a>, <a href="http://www.projectzero.org/bugzilla/" target="_blank">issue tracking</a>, <a href="http://www.projectzero.org/wiki/bin/view/Development" target="_blank">área de desenvolvimento</a>, <a href="http://www.projectzero.org/download/" target="_blank">downloads</a> e <a href="http://www.projectzero.org/documentation/" target="_blank">documentação</a>. Tudo rodando no runtime do Zero, e mantido pela equipe do Zero. </p>
<h2>Aplicações:</h2>
<p>O meu tcc foi feito no Zero. Ambora me arrependa de ter tido uma abordagem mais monolítica (evitando o PHP e Groovy), comparar a sua performance (Spring + Hibernate) contra um servidor J2EE equivalente demonstrou uma performance superior. Lembra quando falei de um runtime leve? Pois então.</p>
<p>Outro ponto forte é integração: Vamos supor que você possui na intranet um portal <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mediawiki" target="_blank">MediaWiki</a>, e gostaria de integrar a sua autenticação com algum sistema proprietário da empresa. Ou o seu blog (em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wordpress" target="_blank">WordPress</a>) necessita de alguma integração com o seu CMS Java? Pois – mesmo sendo PHP, o Zero integra com eles de uma forma genial.</p>
<h2>E o sMash? </h2>
<p>Ah sim, o sMash é a versão comercial do Zero, e é disponível pela IBM. Mas a mesma é baseada no Zero e na sua comunidade.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Então fica o convite: Veja os links acima e julgue se a Web não precisa de um curto-circuito. :)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto Atual: Laboratosco</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/05/04/928/projeto-atual-laboratosco.html</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 23:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[domesticos]]></category>
		<category><![CDATA[eletronica]]></category>
		<category><![CDATA[estudante profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Benvindoaê! “-Quando Tralha é Coisa Séria!” Nesta virada do ano, arrumobservando o meu quarto, percebi que o espaço classificava-se da seguinte maneira (classificado por importância): Livros e Revistas; CDs e DVDs; Cabos Antigos e Aparelhos Eletrônicos Sem Uso; Computadores; O mega-traste que vos fala; Como destes, o último item, embora pouco importante, era apenas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Benvindoaê!</h1>
<p><em>“-Quando Tralha é Coisa Séria!”</em></p>
<p>Nesta virada do ano, <strike>arrum</strike>observando o meu quarto, percebi que o espaço classificava-se da seguinte maneira (classificado por importância):</p>
<ul>
<li>Livros e Revistas;</li>
<li>CDs e DVDs;</li>
<li>Cabos Antigos e Aparelhos Eletrônicos Sem Uso;</li>
<li>Computadores;</li>
<li><em>O mega-traste que vos fala;</em></li>
</ul>
<p>Como destes, o último item, embora pouco importante, era <strong>apenas</strong> a razão do quarto existir, e dada a velocidade com que o espaço começava a ser tomado, decidi fazer uma organização. CDs e DVDs estão sendo ripados, e pro 2o semestre fecho um Home Server/Media Center e alguns livros serão doados (caso você tenha algum leve interesse, confira <a href="http://www.leal.eng.br/gallery2/v/Fotos/pessoais/outras/Estante+de+Livros+002.jpg.html">isso</a> e <a href="http://www.leal.eng.br/gallery2/v/Fotos/pessoais/outras/Estante+de+Livros+001.jpg.html">aquilo</a>). </p>
<p><em>Moral da História: O traste fica, apesar dos protestos da vizinhança.</em></p>
<p><em>Mas a questão das revistas bateu em alguns aspectos sentimentais:</em></p>
<ul>
<li>Quadrinhos de Valor Sentimental: Vertigo Brasileira e os Episódios da Morte e Ressureição do Super-Homem;</li>
<li>Coleções</li>
<li>Periódicos<em> (que irão pro saco! Eu juro)</em>;</li>
<li>Outras, aonde um artigo ou outro se salva, serão scaneadas e mantidas &#8211; <em>prometo escrever sobre isso quando fechar a solução, mas já dei início a este processo</em>;</li>
<li><em>Outras revistas tem mais de 30 anos… err…</em></li>
</ul>
<p><em>Abre Parêntese</em> &#8211; Eu ainda não cheguei aos 30, mas ver revistas de 1978 ensinando a fazer tele-jogo me colocaram em um dilema imenso: Eu não sabia eletrônica, mas durante anos, sempre assinei e comprei revistas e livros sobre eletrônica. Como lidar com isso? <em>Fecha Parêntese.</em></p>
<p>Em paralelo, outras constatações: Estava me formando, queria dar menos atenção a programação &#8211; <em>Calma, é apenas uma licença sabática!</em> &#8211; , e queria ter novas perspectivas sobre a vida. Novos passatempos, mas ainda mantendo a natureza doméstica que rege a minha vida. </p>
<p>A partir daí, surgiu o plano.</p>
<h1>O Plano</h1>
<p>O Plano era simples: Montar um Laboratório de Eletrônica e efetivamente aprender Eletrônica Básica, Digital e Microcontroladores. Estabelecer um hobby, ganhar o domínio e a prática para ler os artigos, compreender, e enfim, dar cabo na minha coleção das Revistas da Editora Saber. Um processo para tomar os próximos 2 anos, divertir-me e ganhar o conhecimento.</p>
<p>Existe uma infinidade de fatores que impediram isso de iniciar-se antes. Fatorei tudo e resolvi utilizar uma abordagem semi-autodidata para conduzir o meu próprio aprendizado. Motivar-me, de acordo com as minhas próprias premissas. E, principalmente, montar uma caixa de ferramentas de deixar os outros com inveja. :)</p>
<p><a href="http://www.leal.eng.br/gallery2/v/Fotos/misc/lab/DSC00095.JPG.html"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.leal.eng.br/gallery2/d/4654-2/DSC00095.JPG" /></a> </p>
<p align="center"><em>Power!!!!</em></p>
<p>&#160;</p>
<p>E como você costuma ler neste blog, ter um projeto bem definido e exemplar :)</p>
<h1>Semi-Autodidata?</h1>
<p>É. Deixa eu explicar: Ser autodidata é muito valorizado pelas pessoas. Porém tem um grandissíssimo problema: Diante de fatos incompreendidos, você define que uma maneira é a única que funciona, muitas vezes sem sequer de fato compreender os aspectos que envolvem a sua percepção. </p>
<p><em>Falta. Método.</em></p>
<p>Isto te torna hábil, mas também te torna burro. Muito burro. E foi por este motivo – não prender-me a miopia do auto-aprendizado –, que me graduei em computação mesmo já possuindo experiência no mercado de trabalho. Resolvi aplicar esta visão a um hobby.</p>
<p>Logo, é necessário método: Experimentar sim, porém diante do obstáculo, discutir e compreender a questão, de forma iterativa.</p>
<p>Parte do Plano envolveu eleger “Tutores” – Pessoas com Experiência Vasta nos Assuntos, para orientar-me e ouvir meus relatos. Até agora, tem rendido muito bem.</p>
<p>Porque mencionei o Aprendizado de Programação? Bem, o Aprendizado de Programação, sem método, cria um rendimento baixo – é necessário você ter persistência e, principalmente, compreender abstração. Mas de qualquer forma, não obter o resultado desejado envolve um pouco da preguiça mental de não compreender o obstáculo diante de você. É o clássico “Maldito compilador! Agora este erro!” – Muitas vezes sem ler e buscar compreendê-la.</p>
<h1>E o que você fez?</h1>
<p>Estabelecendo Premissas:</p>
<ul>
<li>Safety First – Comecei comprando equipamentos e lendo orientações de segurança. Isto rendeu-me uma ida ao IT Center;</li>
<li>Ferramentas são para o que o homem não domina com as mãos: Sempre que encontrava alguma dificuldade, recorria ao google para descobrir como os outros resolviam. Isto gerou algumas descobertas sobre ferramentas úteis, como as “Terceira Mão”, muito úteis para soldagem de placa, ou descascadores de fio (tentei aqueles da Western – São bons, mas tendem a quebrar fácil. A coisa terminou <a href="http://www.sparkfun.com/commerce/product_info.php?products_id=8696">no da Sparkfun</a> – <em>É Campeão!</em>). E pinças e alicates;</li>
<li>Dicas, Dicas, Dicas: Utilizei o <a href="http://www.instructables.com/">Instructables</a> como uma referência. Ótimas idéias, e uma comunidade ativa na área de eletrônica. Fazer não basta. É preciso saber fazer uma forma melhor de fazer;</li>
</ul>
<p>A partir daí, a coisa centrou-se ao redor de coletar, informar, e registrar:</p>
<ul>
<li>Plataformas: Na verdade, há cinco anos eu já possuia uma uma placa de desenvolvimento PIC. Decidi mantê-los, mas com menos enfoque, e direcionar-me para <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arduino">Arduino</a>, dada a comunidade;</li>
<li>Componentes: Tem a Tip, no Reduto. É boa, mas me deslocar pro comercio em horário comercial é uma tormenta. Fico em casa: Tentei algumas lojas online. A minha favorita absoluta chama-se <a href="http://www.soldafria.com.br/">Soldafria</a>. O atendimento é ótimo, a navegabilidade é boa, e a variedade e preços são excelentes. Para outros casos extremos, recorri a <a href="http://www.sparkfun.com/">Sparkfun</a> e ao MercadoLivre;</li>
<li>Circuitos: Ainda não achei projetos que me inspirassem. Por hora, estou rascunhando alguns e aprendendo sobre as partes envolvidas;</li>
<li>Sites: Sim, algum. Ainda não tomei coragem para postar em algum fódum – Prometo repensar sobre isso. De qualquer forma, meu caderno de notas continua a mil;</li>
</ul>
<h1>Aonde ficamos?</h1>
<p>Basicamente já montei alguns circuitos básicos com Arduino. O foco agora é em montar circuitos, e não em programá-los. Logo, minha experiência com o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Eagle_(program)">Eagle</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arduino">Arduino IDE</a>, <a href="http://winavr.sourceforge.net/">WinAVR</a>, <a href="http://processing.org/">Processing</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MPLAB">MPLAB</a> fica para outro momento. Por hora, é soldagem e construção de placas parece ser o próximo estágio. Porém, compreenda que o enfoque – macro &#8211; é aprender todas as áreas e buscar-me nelas.</p>
<p>Preciso fazer um curso intensivo de solda. Ainda não decidi, mas o curso do Francisco, do <a href="http://www.kit8051.com.br/">Kit8051</a>, me parece bom. E tem o CuriousInventor.com <a href="http://www.curiousinventor.com/guides/How_To_Solder">tem um site útil sobre o assunto</a>.</p>
<p>Lembra dos aparelhos eletrônicos acima? Estou desmontando e me livrando do que não me interessa de componentes. O resto vai pra caixa de componentes, serelepemente. :)</p>
<p>Agora eu consigo olhar para um esquema envolvendo microcontroladores e compreender o significado – Reconhecer o padrão. Aplicá-lo ainda está um pouco tortuoso, mas eu provavelmente irei trabalhar isso em breve.</p>
<p>Bem, o futuro parece claro: Montar mais circuitos, ganhar esta confiança, entender os principais circuitos envolvidos, e começar a envolver-me em outros projetos. <em>Ah, sim: Desmontar mais circuitos, hehe.</em></p>
<p><em>Caso você esteja curioso, <a href="http://www.leal.eng.br/gallery2/v/fotos/misc/lab/">confira a minha galeria de fotos do lab no Gallery2</a>. Caso deseje discutir e até oferecer-se como tutor em alguns projetos, fale com o nosso <a href="http://meadiciona.com/aldrinleal/">Serviço de Atendimento ao Cu-rioso</a>.</em></p>
<p>Grato.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Stop the Presses: SharedView on x64</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 14:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[I did some little hacking tweaking with Orca and I’ve managed to build a .msi for x64 for SharedView. Feel free to download and try at your own risk.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I did some little <strike>hacking </strike>tweaking with Orca and I’ve managed to build a .msi for x64 for <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microsoft_SharedView">SharedView</a>. Feel free to <a href="http://www.leal.eng.br/files/SharedView_x64.msi">download and try at your own risk</a>.</p>
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		<title>Minha Experi&#234;ncia com o Inbox Zero</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 22:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
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		<description><![CDATA[Me desafiaram a mostrar meu inbox no gmail. Precisei escrever uma longa explanação, mas vale a pena compartilhar aqui: Eu aplico aqui princípios do GTD e do Inbox Zero. Eis o meu screenshot. GMail: Basicamente, eu uso uma versão especial do GMail pertencente a um serviço chamado Google Apps for Your Domain. Eis porque eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me desafiaram a mostrar meu inbox no gmail. Precisei escrever uma longa explanação, mas vale a pena compartilhar aqui: </p>
<p>Eu aplico aqui princípios do GTD e do Inbox Zero. <a href="http://uploads.screenshot-program.com/upl7356358440.png">Eis o meu screenshot</a>.</p>
<h1>GMail:</h1>
<p>Basicamente, eu uso uma versão especial do GMail pertencente a um serviço chamado <a href="http://google.com/a/">Google Apps for Your Domain</a>. Eis porque eu tenho gtalk e o meu gmail acessa o leal.eng.br. E eis o motivo porque eu quase nunca respondo ao meu endereço no gmail.com (eu realmente não o uso, apenas em casos muito especiais).</p>
<h1>Plugins:</h1>
<p>Basicamente, eu uso o <a href="http://rememberthemilk.com/">Remember The Milk</a>, mas não tanto quanto gostaria, e principalmente o <a href="http://gtdinbox.com/">GTDInbox</a>, que é um plugin para o Firefox que ajuda a transformar o GMail em uma ferramenta de GTD (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Getting_Things_Done">Getting Things Done</a>), um livro sobre organização pessoal (traduzido em português como &quot;A Arte de Fazer a Coisa Acontecer&quot;).</p>
<p>O GTD é uma metodologia de organização pessoal que envolve um workflow natural para as suas atividades. Em particular, ao receber um email e usando o GTDInbox, atribuo uma etiqueta relativa ao seu status, contexto, projeto ou referência. O GTD me obriga a estabelecer uma atividade de revisão dos items. Por isto que muitos sábados e segundas-feiras envolvem emails enviados para retomar projetos e tarefas que ficaram em aberto.</p>
<h1>Outros acessos:</h1>
<p>O label &quot;bcc / alertas&quot; costuma ser destinação dos meus filtros para as mensagems emitidas pelo Google Agenda. Existe um processo Java que abre esta caixa via IMAP (aonde os labels viram pastas) e reenvia os emails ainda não lidos via SMTP para a lista.</p>
<p>A idéia do meu inbox é basicamente possuir ou emails recentes e que não foram filtrados, de forma que possa acompanhar novidades recentes no meu celular (pelo Applet do Gmail ou pelo cliente imap do meu celular).</p>
<h1>Varrendo o conteúdo:</h1>
<p>Etiquetas com cores envolvem coisas que costumam exigir uma atenção ou reação imediata. São o caso da etiqueta &quot;bcc / cc&quot; (convites do computacaocesupa) ou os do Orkut (cada vez menos, pois agora scraps vão via SMS para mim). Estas etiquetas com cores também estão como atalhos no meu applet do gmail pro celular.</p>
<h1>Organizando:</h1>
<p>Implementar um processo de <a href="http://www.43folders.com/izero">Inbox Zero</a> não é fácil, mas os benefícios se pagam.</p>
<p>Basicamente, depois de muito deliberar, decidi marcar tudo e arquivar. Ao longo do tempo, cada email que surgia, ou eu criava um filtro ou revisava o existente. Mensagens que eu não desejava mais, eu desassinava a lista. Os que não se comportavam mais, eu criava outros filtros pra diretamente apagar a mensagem. Ao longo de uma semana, eu já havia atingido o nirvana de zero mensagens na caixa postal. :) </p>
<h1>Etiquetas Hierárquicas:</h1>
<p>Não sei se o gmail o faz (via IMAP, faz), mas pastas como &quot;bcc / cc&quot; tendem a serem divididas em 2 pastas. O GTDInbox faz isso. Pastas de Status, Contexto, Projeto e referencias adotam a convenção do GTDInbox e usam um prefixo pela natureza (&quot;P:meut.cc&quot;, &quot;S:Waiting On&quot;, &quot;R:Reference&quot; e por aí vai.</p>
<h1>Plus Local Addressing:</h1>
<p>O GMail suporta uma feature chamada &quot;Plus Local Addressing&quot;. Em sites que validam corretamente endereços de email, eu posso entrar um endereço como &quot;aldrin+texto@gmail.com&quot;. Todos terminam na mesma conta, mas porém eu posso filtrar pelo endereço do campo &quot;Para&quot;. É útil para emails que você sabe que vão rolar entre vários sites, ou quando quero mandar um email direto para ação ou referência.</p>
<h1>Pontchinho:</h1>
<p>Algo pouco conhecido no gmail é que o ponto não é muito importante. Por exemplo, &quot;aldrin.leal1980@gmail.com&quot; vai para &quot;aldrinleal1980@gmail.com&quot;. Assim, você pode cadastrar-se em sites como, por exemplo &quot;fulano.detal@gmail.com&quot;, ou &quot;fulano.de.tal@gmail.com&quot; e recebê-los em fulanodetal@gmail.com. O mesmo princípio do Item anterior se aplica, com a vantagem que a maioria dos sites certamente aceita isso ao invés do Plus Local Addressing.</p>
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		<title>LogBack on Zero</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 06:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[(Another tech post. Yes, I’ve been all about logging frameworks lately. If you think I should start another blog, this time on tech in plain english, feedback on the comments section.) Ok, now that zero.firephp is here, its time to dissect ProjectZero itself. It was not pleasant to deal with the ivy files, so lets [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Another tech post. Yes, I’ve been all about logging frameworks lately. If you think I should start another blog, this time on tech in plain english, feedback on the comments section.)</em></p>
<p>Ok, now that <a href="http://www.projectzero.org/blog/index.php/2008/10/25/firephp-on-zero/">zero.firephp</a> is here, its time to dissect <a href="http://www.projectzero.org/">ProjectZero</a> itself. It was not pleasant to deal with the <a href="http://ant.apache.org/ivy/">ivy files</a>, so lets get started before I remember how painful it was to deal with a cheap <a href="http://maven.apache.org/">M2</a> rip-off.</p>
<h1>Java Logging 101: The History</h1>
<p><em>(Skip to the next section if you already know about this)</em></p>
<p>In the end, there was System.out. And this was good.</p>
<p>People then started to wonder that if would be helpful to separate logging statement from application output. Thus, Unix programmers quickly rushed to System.err, already in the knowledge it was a safe harbor. So now people could enable and disable logging. And that was good as well.</p>
<p>However, people started to notice that when logging was on, performance was down while copious amounts of logging data were written as well. So, Java people borrowed the concept of Logging Levels and started put simple statements to test before logging.</p>
<p>Then, people wanted to have the ability to save output into a file. Perhaps for daemons, or perhaps just to keep a copy handy to look and compare with other. Thus, the logging flags to file output were born.</p>
<p>Then, Ceki Gülcü (aka “The God of Logging ”) came and thought it was a good idea to mix the hierarchy java uses in the package system, mix levels, analyze and came up with <a href="http://logging.apache.org/log4j/">Log4J</a>. <em>That was excellent</em>, and several other frameworks were made after his one.</p>
<p>Soon, a company with the Stock Symbol “JAVA” on NASDAQ thought it would be good to bless. What a mess (it rhymed!)… The <a href="http://java.sun.com/j2se/1.4.2/docs/api/java/util/logging/package-summary.html">java.util.logging</a> package was born, and this was not good, culminating in flame wars (vi-versus-emacs-style) in Apachia, a small micronation on the internets.</p>
<p>The overlords at <a href="http://commons.apache.org/">commonia</a>, a small county within Apachia , in an attempt to restore peace and ensure Apachia’s economical growth, devised <a href="http://commons.apache.org/logging/">commons-logging</a>, an ill-fated that while good in nature (trying to automagically bridge logging requests between log4j and java.util.logging), in truth created another layer of abstraction which is still useful today, but creating a third logging API which also brought some nasty classloading issues.</p>
<p>Ceki Gülcü left apache, and log4j 1.3 was soon left deprecated. 2.0 is said to be still in the works. Meanwhile, Ceki came back and revised the concepts between commons-logging and log4j, creating <a href="http://slf4j.org">slf4j</a> and <a href="http://logback.qos.ch/">logback</a>, respectively, trying to narrow the gap and bring his vision back to the world. It also includes libraries to bridge java.util.logging and plug-in replacements for log4j as well as commons-logging.</p>
<p>In the end, we have 5 apis, all of them completely different.</p>
<p><em>Oh god… I miss System.out.</em></p>
<h1>Zero</h1>
<p>Zero uses java.util.logging. Being a good citizen of the Java World, seems fine. But if you want to use logback, its possible. In particular, <a href="http://www.leal.eng.br/files/logback-for-zero.zip">download this file</a>, unpack and keep going, as I will outline the steps required to enable logback and, as a bonus, see zero logging under <a href="http://lilith.huxhorn.de/">Lilith</a>, a handy logging viewer for logback.</p>
<h2>Step #1: Declare the Dependencies</h2>
<p>Take the enclosed ivy.xml. Merge the section outlined below into your ivy.xml:</p>
<p><img title="image" style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="120" alt="image" src="http://www.leal.eng.br/mnemetica/wp-content/uploads/LogBackonZero_2B89/image32087deb721646a78ec02896de22bb42.png" width="244" border="0" /> </p>
<p>You’re inserting the APIs required slf4j&#160; (transitively, from jul-to-slf4j), as well as logback-classic (which also includes core). However, you’re excluding some dependencies which are not needed for logback. Change them if you need (specially janino).</p>
<h2>Step #2: Declare the java.util.logging Bridge</h2>
<p>Simply copy the contents from logging.properties into your project.</p>
<h2>Step #3: Modify zero.config as you need</h2>
</p>
</p>
<p>In particular, the /config/logging/levels setting. The one declared is set as the root appender. But the syntax is “logger” : “level”, where you put the desired logging levels.</p>
<p>The one declared in the file is pretty verbose, which may be undesirable. I use those settings:</p>
<p><font face="Courier New">/config/logging/levels += {     <br />&#160; &quot;*&quot; : &quot;ALL&quot;,      <br />&#160; &quot;zero.network&quot; : &quot;OFF&quot;,      <br />&#160; &quot;zero.core.context.zones.UserZoneHandler&quot; : &quot;INFO&quot;      <br />}</font></p>
<h2>Step #4: Logback</h2>
<p>Declare a logback.xml file. The enclosed one should work with <a href="http://lilith.huxhorn.de/">lilith</a>. You can also use <a href="http://logback.qos.ch/consolePlugin.html">logback’s Eclipse Plug-In</a> instead. </p>
<h2>Step #5: Lilith</h2>
<p>Open, Unpack, Run.</p>
<h2>Step #6: The result</h2>
<p>Here is the result, in all of its glory!</p>
<p><img title="image" style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="190" alt="image" src="http://www.leal.eng.br/mnemetica/wp-content/uploads/LogBackonZero_2B89/imagea4c32fe76640450bb329d57c02f16447.png" width="244" border="0" /> </p>
<h2>Beyond logback and java.util.logging: commons-logging and log4j</h2>
<p>You can also declare the compatible counterparts for integrating commons-logging and log4j into the slf4j/logback combo as well. Check <a href="http://slf4j.org">the slf4j web site</a> for more information.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sim, aceitamos doa&#231;&#245;es!</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 13:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estudante profissional]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dos meus 2 leitores me perguntou se era poss&#237;vel colaborar com o &#34;Altar da Motiva&#231;&#227;o para a Gradua&#231;&#227;o&#34;. &#201; claro! N&#227;o sendo livros t&#233;cnicos (que ainda me permitirei curtir), e estando na minha wishlist, porque n&#227;o?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dos meus 2 leitores me perguntou se era poss&#237;vel colaborar com o <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/2008/09/01/900/administrivia-projetos-e-lamentaes.html">&quot;Altar da Motiva&#231;&#227;o para a Gradua&#231;&#227;o&quot;</a>. </p>
<p>&#201; claro! N&#227;o sendo livros t&#233;cnicos (que ainda me permitirei curtir), e estando na minha <a href="http://del.ishli.st/aldrinleal">wishlist</a>, porque n&#227;o?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Some JXTA / JXME / CLDC / JSE Notes</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 07:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[sys/net]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[jxse jxme jxta midp java p2p cldc]]></category>

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		<description><![CDATA[I've written some notes on making JXME work, as well as making it work under Java SE as well.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Sim, outro post técnico. Pule este, ok?)</p>
<p>I&#8217;ve written some notes on making <a href="https://jxta-jxme.dev.java.net/">JXME</a> work, as well as making it work under Java SE as well. </p>
<p>Bearing in mind I&#8217;m not your best JXTA/CLDC/JSE source, feel free to <a href="http://www.leal.eng.br/wiki/codigo:java:jxme-4-se">take a look</a>. Thank you. :)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lula fala&#8230; E se contradiz</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2007/07/20/813/lula-fala-e-se-contradiz.html</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2007 00:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[pax brasiliana]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Aldrin Leal faz algumas contas e percepções decepcionantes sobre o último pfonunfiamento do pfesidente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok. Vamos ver o esforço imenso do nosso presidente para sair do estado de estarrecimento. Antes disso, vamos começar elogiando as boas notícias:</p>
<ul>
<li>A Vinhetinha mudou. Mas, demonstrando um rompimento com o governo anterior, não teve musiquinha;  </li>
<li>E Lula, que na terça retirou um terçol, talvez possa enxergar melhor o que acontece neste país. Afinal, nunca, nestepaiz, Lula enxergou nada de errado no Brasil;</li>
</ul>
<p>E Lula começa com exaltando a sua consternação. Sabe o que me incomodou? Me incomodou o fato de que eu não vi, em momento algum, comentário algum sobre o Vôo da Gol. </p>
<p>Ah, ótimo&#8230; Mato 350 mas falo só de 200. Outros 150 não são importantes. E os passageiros? Ah, eles mesmo não merecem pedido nenhum de desculpas: &#8220;-Relaxem e Gozem&#8221;, diz Ministra.</p>
<p>E começa conversando aquela velha ladainha: Vamos investigar, vamos apurar, nem que seja envolvendo a tal da <em>Pulífia Federal</em>, órgão que, em breve, tornar-se-à a SS Brasileira, pois é uma polícia que só trabalha de acordo com os interesses do estado.</p>
<p><em>Nada aprenderam. Nada esqueceram. Nada fizeram.</em></p>
<p>Ah&#8230; Falando nisso: Alguém realmente foi punido nos últimos escândalos de Corrupção? Quem foi preso, de fato? Segue a minha sugestão ao calendário nacional contemporâneo: criar o &#8220;Dia Nacional do Laranja&#8221;, em homenagem a Maurício Marinho, o único que foi preso em função do Mensalão. Considere uma espécie de &#8220;Tiradentes 2 &#8211; A Missão&#8221;.</p>
<p>Ele começa a respirar fundo, e quando penso que vai terminar, ele decide tomar medidas que serão avaliadas, como: Mais fontes de receita para os companheiros, com a criação de mais um aeroporto e &#8220;Fortalecimento da ANAC&#8221; (Dirceu, essa é pra você!). A ANAC é Forte. Ela representa o interesse dos maiores interessados da Aviação Civil Brasileira: As Companhias Aéreas.</p>
<p><em>(Convém saber quanto GOL, TAM e VARIG doaram na última campanha. E rever&#8230; Sei lá, pode ter algum cheque de troco pra pagar uma bezerra ou um cabritchinho, não é?)</em></p>
<p><em>E então a medida que me motivou este post: Redução da Capacidade de Congonhas em Função do Peso. Peso, mizifio? Sim, peso.</em></p>
<p>Ok, vamos conversar de&#8230; Física. Peso, ou, em termos de aviação, chamado de Maximum Take-Off Weight (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MTOW">MTOW</a>), é a únidade inadequada para medir e evitar pesos como os de Congonhas. O que é determinante, em si, é a distância para a operação de decolagem/aterrisagem. E ela sim, é calculada tomando os seguintes fatores: Pista, Clima, e então, o MTOW. Se você tiver acesso aos manuais do A320-200, a Aeronave em questão, estamos falando do FCOM Volume 2, que descreve os cálculos pré-vôo.</p>
<p>Mas, por hora, vamos consultar os Wikipederastas. O comprimento de pista para o MTOW aceito para o A320-200 (que é um valor um pouco maior do que costuma acontecer na operação menor) é de 2 180 metros. Congonhas tem uma pista de de 1940. Sabe o que significa? Os Thrust Reversers precisam ser ligados. É quase que obrigatório nos casos de MTOW.</p>
<p>O que comprova a teoria? Bem, acompanhe este pequeno vídeo:</p>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/FZ77mPgJ_Sk" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"></embed></p>
<p>Viu? Veja de novo. Ao final, perceba que a pista acaba e o piloto já vai direto pro entroncamento pro Finger (aquela ponte, favoritinha da Infraero na hora de $uperfaturar).</p>
<p>E as outras pistas na América Latina e no Brasil? B-oa pergunta! </p>
<ul>
<li>Cidade do México, México: 3845 metros  </li>
<li>Bogota, Colômbia:&nbsp;3800 metros  </li>
<li>Buenos Aires, Argentina: 3300 metros  </li>
<li>Santiago, Chile: 3200 metros  </li>
<li>Santos Dumont, Rio: 1323 metros  </li>
<li>Galeão, Rio: 4000 metros  </li>
<li>Confins, Minas Gerais: 3000 metros  </li>
<li>Belém, Pará: 2798 metros</li>
</ul>
<p>[&nbsp;Fonte: <a href="http://p6.hostingprod.com/@ricardosblog.com/blog/2007/07/congonhas_airport_runway_lengh.html">Este Site</a> Além dos Wikipederastas ]  </p>
<p>Ah&#8230; E pra não dizer que não falei de Flores: O Fokker-100 também tem uma peculiaridade de exigir um comprimento de pista bastante alto (1 828 metros). Aliás: Alguém se lembra que em Agosto de 2002 a TAM havia anunciado que todas a frota de Fokker-100 seria aposentada em 3 anos? Sabe o que houve um ano depois do prazo final? Um&#8230; Fokker 100 deixou cair a porta sobre um supermercado (Malcriado!). </p>
<p><em>Pergunto: Qual a capacidade da TAM em ser honesta consigo e com o passageiro?</em></p>
<p>As contas são de bar, costa-de-envelope. Óbvio que não imagino um piloto calculando a partir dos valores máximos, visto que o MTOW depende da distância e a distância e o peso dependem do combustível. Mas, há margem de manobra? O que fazemos com o fator de segurança?</p>
<p><em>Não há condições de fazer uma operação de &#8220;Touch and Go&#8221; tal-e-qual como intencionada no vôo da TAM, por mais leve que a aeronava estivesse!</em></p>
<p>E ah&#8230; Pra terminar, a TAM toma o Golpe de Misericórdia: Congonhas está proibida de ser utilizada para Conexões e Escalas. Ok, um pouco de história.</p>
<p>Malhas Aeroviárias são baseadas num modelo chamado de &#8220;Hub and Spoke&#8221;, aonde temos os terminais (ou Spokes: &#8220;Palanques&#8221;), aonde são aeroportos menos interconectados. Os terminais contatam os hubs, que concentram o tráfego.</p>
<p>Parte do Motivo Comercial da TAM deve-se ao fato de utilizar-se de aeroportos regionais. Aeroportos Regionais são um conceito de um aeroporto para menor porte, como jatos executivos, mono-bimotores e turbohélices. Airliners não entram neste critério. O Fokker-100 obviamente entrava na categoria (dada as medidas) de um jatão executivo. Isto permitia usar Congonhas, que é um aeroporto com uma excelente localização (i.e., &#8220;ponto comercial&#8221;). E virtualmente toda a malha da TAM em São Paulo é baseada em CGH, e não em Guarulhos. Viracopos? Nunca ouvi falar! :)</p>
<p><a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/wp-content/uploads/Lulafala.Esecontradiz_12F77/image29b7a06d50574ba5ad7042733ab8598e.png" target="_blank" atomicselection="true"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="592" alt="image" src="http://www.leal.eng.br/mnemetica/wp-content/uploads/Lulafala.Esecontradiz_12F77/image_thumb36e14f4ecf9a4a3ba6e18ce5fae26954.png" width="456" border="0"/></a> </p>
<p><em>Resumindo: A TAM foi vítima da própria sua ignorância somada com a do Governo.</em></p>
<p>E achei que faltou agradecer o Serra. Foi ele que compareceu pra prestar atenção para as vítimas. Mas, só pra cair no seu maldito vício de clichê e lugar comum, ele mencionou a história das &#8220;Decisões Precipitadas&#8221;. Ora, senhor presidente, seja coerente e não <a href="http://www.xocpmf.com.br/">contabilize a CPMF</a>, outra decisão precipitada (contabilizada como receita para o Orçamento de 2008, embora em 2008 ela deixe de existir), sendo feita a toque de caixa. Reorganize seu orçamento, demita alguns companheiros, que cabe!</p>
<p>No outro lado da coisa, deplorável foi ver Waldir Pires falando que &#8220;não era o administrador do tráfego aéreo&#8221;.</p>
<p><em>Convém perguntar: O que ele deveria administrar? Será que está administrando? Ou&#8230; Desgovernando?</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Yahoo! Pipes! &#201;! Muito! Legal!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2007 22:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[sys/net]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Um mini-exemplo do uso do Yahoo! Pipes para resolver uma necessidade que tive.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem à noite (e antes de escrever o artigo anterior), eu decidi utilizar o <a href="http://pipes.yahoo.com/">Yahoo! Pipes</a> para organizar melhor meus feeds RSS para o <a href="http://www.guj.com.br/">guj</a>. </p>
<p>Traduzindo: Eu queria poder ler no <a href="http://www.google.com/reader/">Google Reader</a> um feed com a vista consolidada de todas as mensagens nos fóruns aonde postei. Eu já leio em separado um outro feed, contendo apenas os novos tópicos dos fórums que assino. Mas o objetivo era poder acompanhar a discussão nos fóruns aonde eu havia postado.</p>
<p>O que é o Yahoo! Pipes? Bem, ele é um website aonde eu posso, visualmente, agregar feeds e criar manipulações. Os feeds são a entrada e ele gera um feed de saída. Eis o porque do nome, Pipes (&#8220;Canos&#8221;). Não apenas isso: Eu posso compor pipes e criar outros.</p>
<p>Eu não havia experiência prévia com o Pipes. Logo, o desafio era aprender a utilizá-lo, bem como implementar o objetivo por mim traçado. Não era um projeto de final de semana, e sim um projeto de uma noite. :)</p>
<h2>Criando um Pipe</h2>
<p>Embora o Pipe seja um ambiente de desenvolvimento um pouco incomum, o ponto-chave foi perceber que ele possuía, indiretamente, princípios de programação funcional. A <a href="http://pipes.yahoo.com/pipes/docs">Documentação</a> não é muito intensiva, porém existem <a href="http://pipes.yahoo.com/pipes/docs?doc=tutorials">tutoriais de suporte</a>, bem como é possível <a href="http://pipes.yahoo.com/pipes/docs?doc=modules">localizar exemplos para cada parte</a> que eu utilizo.</p>
<p>Como assim, partes? Bem, O Pipe é um ambiente que se baseia na idéia de programação visual, aonde eu desenho um fluxo da informação através das partes, e os ligo através de canos. Antes disso, peço desculpas pelo tom nasal e pela voz distante: Estou gripado. Dito isto, eis um screencast demonstrando a utilização do Yahoo! Pipes para fazer a listagem das minhas últimas mensagens, filtradas por tópico, no site do guj:</p>
<p><embed src="http://www.leal.eng.br/mnemetica/wp-content/files/Yahoo-Pipes-GUJ.swf" width="640" height="480" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"></embed></p>
<p>A partir daí, eu posso publicar, ou apenas salvar e utilizar o pipe. Publicando, eu posso deixá-lo disponível a outros usuários, e permitir que eles &#8216;Clonem&#8217; e possam criar outras variantes a partir do conceito original.</p>
<p>Caso você queira ver este&nbsp;screencast isolado (i.e., tirando todo o meu texto :]), <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/wp-content/files/Yahoo-Pipes-GUJ.swf">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>N&#227;o Jogue Este Notebook no Lixo!</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2007/07/19/802/no-jogue-este-notebook-no-lixo.html</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2007 07:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexões sobre uma tralha que subitamente ganhou uma importância imensa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reflexões sobre uma tralha que subitamente ganhou uma importância imensa&#8230;</em></p>
<h2>Prólogo</h2>
<p>Eu gosto da idéia de projetos de finais de semana. Em especial, a idéia de construir algo novo, a partir de um conceito imaginado, sem dúvida é algo que me fascina. Algumas vezes, porém, a idéia é involuntária, e revela-se maior do que originalmente imaginamos.</p>
<p>Permita-me explicar melhor, e, em particular, focando em algo que aconteceu: Há cerca de uns seis meses atrás, quando meu pai adquiriu um notebook novo. Vendo ele utilizando seu note, o habitual entralhador (i.e., colecionador de tralha) que existe dentro de mim, perguntou: &#8220;-E o velho?&#8221;. E, em questão de instantes, voltei com o mesmo pra casa.</p>
<p>Na verdade, não é o meu primeiro note. Aliás, a minha histórias com notes pode explicar melhor o que é o processo de entralhamento:</p>
<ul>
<li>O meu primeiro note existe, fica parado em cima do Desktop, e é ligado apenas para obter documentos bem específicos/improváveis (mesmo tendo um backup). É um Presario da Compaq que, entre outras <strike>virtudes </strike>características, ele é biodegradável: Da feita que começamos a usar, ele começa a se decompor. Ainda não oficializei como tralha, mas já existem alguns planos de virtualizá-lo (utilizando o Assistente de P2V do VMWare) em breve (sendo, portanto, outro projeto-de-final-de-semana);</li>
<li>O meu segundo note foi comprado de um almoxarifado e custou R$ 100,00. É um note dinamarquês da AST, 386. Consegui desmontá-lo, mas não consegui montá-lo. Este vai ficar mais um tempinho enquanto tralha. Ao menos, o tempo que eu conseguir imaginar uma aplicação útil pra ele &#8211; e estabelecer uma estratégia de implementá-lo. Um grande problema que tenho com ele é com relação à expansibilidade: Ele não suporta o CardBus (isto é, a versão 32-bits do PCMCIA), e o Floppy não funciona. Jogo no Lixo? Claro que não! :)</li>
</ul>
<p>E enfim, temos este terceiro. Foi há seis meses atrás, lembra? Pois então: O interesse inicial era o de instalar Ubuntu. Funcionou, porém a performance não agradou. Em busca de um plano mais viável, permaneceu na mala, sendo a sua única habilidade, até então, a de rodar o RDesktop (e mal: O X11 era pesado e eu não conseguia ajustar adequadamente o XOrg para o potencial completo da placa).</p>
<p>E pra finalizar esta seção, um pequeno sumário da tralhinha, um Satellite 2250XCDS Nacional da Semp-Toshiba, com: </p>
<ul>
<li>Processador: Celeron 600 MHz;</li>
<li>Memória: 64MiB;</li>
<li>Placa: Trident Cyber 9525DVD;</li>
<li>HD: Cerca de 6GB;</li>
</ul>
<p>Parece pouco, certo? Você não está enganado: Inicialmente também tive esta mesma impressão. Mas, pra tornar as coisas piores: Estes notes da Semp Toshiba são montados na&#8230; Bahia.</p>
<p><em>(Irônico, não?)</em></p>
<h2>Fazendo o Martelo, a&nbsp;Partir dos Pregos</h2>
<p>Agora mentalmente substitua a palavra tralha, com todo o seu caráter pejorativo, em &#8220;Coisa Séria&#8221;. Ok, sei que estou abusando da sua capacidade de engolir histórias mirabolantes. Mas confie em mim, que jamais tentei a Pesca como Hobby (embora eu deva me punir por isto: O Pará é considerado um estado ótimo para a Pesca Esportiva. Pena que não sou muito fã de Peixe e, como os nossos Senadores, prefiro os Bovinos).</p>
<p>Em um domingo de maio, ao voltar pra casa, vi um caminhão (que sempre costuma ficar ao redor do Emílio Goeldi) vendendo Pufes. Desde o tempo que eu frequentava o Oto Lounge Bar, fiquei fascinado com a idéia de ter uma daquelas almofadas, pronta, no meu quarto, à minha disposição. Não pensei duas vezes e comprei o kit completo, composto da almofada pras costas e de um apoio para os pés. Chegando em casa, percebi que, embora o pufe fosse confortável, a ergonomia dele não me facilitava muito assistir tevê. </p>
<p>Pensei: &#8220;-Ok, serve pra ficar encostado, mas e agora?&#8221; Pensa de lá, pensa de cá, e as idéias começam a se interrelacionar:</p>
<ul>
<li>Era possível usar o pufe como um suporte para o note, mas, depois de alguns dias, o pescoço começou a reclamar;</li>
<li>Cinco Anos Antes, eu havia comprado aquelas esteiras de palha, beeem pré-escola. Jamais haviam sido usadas;</li>
<li>Ano Passado, eu havia ganho uma mesa pra cama;</li>
<li>Estando no chão, eu tinha uma versatilidade que não possuía na mesa do PC: De separar vários materiais (livros, cadernos, entre as inúmeras coisas que populam a minha mochila), e ter acesso fácil (algo que não seria fácil de fazer na escrivaninha, por outro lado);</li>
<li>Com a mesa, seria fácil trocar de posição: Poderia fazer ásanas mais criativos, ou simplesmente levar a mesa pra cama;</li>
<li>Há&nbsp;5 anos atrás, eu trabalhava em um Desktop com uma configuração não muito diferente da daquele note, e aquilo não surtia muita diferença nas aplicações que então eu usava, versus as que eu utilizo hoje;</li>
<li>Existe um tapete persa guardado. E estou cogitando usá-lo;</li>
</ul>
<p>Surgiu então a percepção que vários objetos que haviam no meu quarto e que originalmente, constituam-se coisas inúteis, seriam capazes de, combinados entre si, constituir um equivalente a um scaffolding (&#8220;andaime&#8221;) para criação. </p>
<p>Traduzindo: Sem esforço algum, eu seria capaz de transformar o chão em um espaço alternativo. Não somente isso: Eu seria capaz de constituir um ambiente para me &#8220;desplugar&#8221; do mundo, mas com capacidade de poder trazer tudo o que eu precisaria caso eu decidisse me mudar para uma ilha deserta (exceto, é claro, da fonte de energia, pois a bateria do note ainda depende de uma fonte, e a mesma precisa de uma rede elétrica).</p>
<p>Mais importante: Baseado na minha experiência com o primeiro note (a qual o teclado e o monitor já foram biodegradados), posso afirmar que computadores portáteis, embora inicialmente possam parecer limitados em expansão, eles possuem uma versatilidade maior em relação a desktops, devido ao USB e o PCMCIA.</p>
<p>Não somente isso: Exceto o HD (que, obviamente, possui vida útil), virtualmente todos os componentes são feitos para durar e, principalmente, serem capazes de resistir as intempéries. E eu estava com um equipamento que, apesar de antigo, foi pouquíssimo usado. E que ainda possui bastante vida útil no HD, em particular.</p>
<p>Surgia, então, um novo nome para a tralha.</p>
<p><em>E eis que temos agora o todo-poderoso &#8220;Puffbook&#8221;!</em></p>
<h2>Detalhando o plano</h2>
<p>Era hora de elaborar um plano. Cada computador que adquiro/monto, é feito tendo em vista um jogo de aplicações. E de acordo com os requisitos destas aplicações, eu posso decidir quais eu posso utilizar ou não.</p>
<p>Após alguns minutos alternando entre o Firefox e o OneNote, fiz o seguinte outline sobre a máquina, perfil, e aplicações:</p>
<ul>
<li>Finalidades:</li>
</ul>
<ul>
<li>Prototipação de Pequenas Provas-de-Conceito, utilizando Java e Python:</li>
</ul>
<ul>
<li>Wingware IDE;</li>
<li>Eclipse 3.x (Melhor Caso) / Gel (Pior Caso)</li>
<li>Ferramentas Auxiliares:</li>
</ul>
<ul>
<li>Subversion</li>
<li>Maven 2.0.7</li>
</ul>
<li>Controle Remoto de Servidores / Aplicações:</li>
<ul>
<li>Remote Desktop</li>
<li>VNC</li>
<li>MaxiVista Viewer</li>
<li>SquirrelSQL</li>
<li>JXplorer</li>
</ul>
<li>&#8220;Caixa de Conectividade&#8221;:</li>
<ul>
<li>PuTTY</li>
<li>Acesso via Bluetooth</li>
<li>Acesso a Pontos Wireless</li>
<li>Estabelecimento de Túneis, via:</li>
</ul>
<ul>
<li>OpenVPN</li>
<li>BitVise Tunnelier</li>
</ul>
<li>&#8220;Mini Birô de Impressão / Repositório de Documentos&#8221;:</li>
<ul>
<li>Adobe Acrobat</li>
<li>FoxIt Reader</li>
<li>Microsoft Office 2003</li>
</ul>
<ul>
<li>Add-in para ODF da Sun</li>
<li>Add-in para o Microsoft Reader</li>
<li>Add-in para o Adobe Acrobat</li>
<li>Sem Publisher / Access / Outlook</li>
<li>Mas com OneNote</li>
<li>Visio? Não jogo necessário</li>
</ul>
<li>AbiWord</li>
<li>Firefox</li>
<li>WikidPad</li>
<li>Sem IE</li>
<ul>
<li>Comprometendo o uso do Windows Update, em Particular</li>
</ul>
<li>Windows Live Writer</li>
<li>Ferramentas Adicionais para Extração/Tratamento de Conteúdo/Conversão entre:</li>
<ul>
<li>HTML</li>
<li>TeX</li>
<li>OpenOffice</li>
<li>ODF</li>
<li>RTF</li>
<li>PDF / PostScript</li>
<li>CHM</li>
</ul>
<p>O que então restava? Analisar os requisitos das principais aplicações-chave. Isto levou a definição das principais versões das aplicações que seriam necessárias.</p>
<p>Quanto ao Sistema Operacional, fiquei na dúvida entre o Windows XP e o Windows NT / 2000. Optei pelo XP, porém com um leve ajuste: <a href="http://litepc.com/">XPlite</a>. Isto reduziria o footprint do XP para coisa de 40MiB e, com o upgrade de memória para 192MiB (com um pente de 128MiB), sem dúvida deixaria a máquina voando.</p>
<p>Também listei as limitações/vantagens em outra aba no OneNote, como:</p>
<ul>
<li>Limitações/Desvantagens:</li>
</ul>
<ul>
<li>Sistema Operacional: Edição Desktop (prefiro as de servidores!)</li>
<li>Capacidade de Memória Limitada</li>
<li>Potencial Indisponibilidade de Drivers</li>
<li>Peso</li>
<li>Potencial Problema com a tela de LCD, que possui 4 linhas inoperantes</li>
</ul>
<li>Vantagens:</li>
<ul>
<li>Flexibilidade</li>
<li>Facilidade de Criar Novos Contextos de Trabalho</li>
<li>Baixo Custo Financeiro</li>
<li>Ajuda o Meio Ambiente: Não vai pro Lixo, e os processos de reciclagem de PCs trazem grandes danos ao meio-ambiente!</li>
<li>Consumo de Energia inerentemente menor;</li>
</ul>
<p>Equacionando isto, em conjunto com o contexto das aplicações, a questão se centralizava apenas na memória. Orçando sem pensar demais, achei uma por R$ 99.</p>
<p>A partir daquele número, o conceito tinha um preço, um prazo, e um objetivo específico. Tinha uma idéia pronta a ser executada.</p>
<h2>E afinal de contas?</h2>
<p>Duas semanas depois, a memória chegou e, com o auxílio da assistência técnica da Toshiba, instalei a mesma. Com o XPlite, fiz um CD de Slipstreaming do Windows XP Home, SP2. Em um estágio posterior, apliquei o <a href="http://autopatcher.com/">AutoPatcher</a>. E eis que pude começar a instalar as aplicações.</p>
<p>Por incrível que pareça, passei mais tempo me lembrando como configurar um notebook pra um consumo melhor de energia e otimização de performance. Em particular, precisei me lembrar de como habilitar Hibernação, e ajustar os perfis de consumo de energia. Outra grande virtude do XP foi pelo fato de, devido ao monitor ser LCD, o ClearType realmente otimiza a vista das letras (lembrem-se disso quando começarem a glorificar o Safari e o rendering da Apple!)</p>
<p>Aliás, uma estatística: O boot da máquina demora no máximo 45 segundos quando é feito a frio (isto é, desde o início). Um boot a partir da hibernação está na ordem de 10 a 15 segundos. Mais rápido que muito PC de Marmanjo :)</p>
<p>E, acredite: está funcionando muito bem!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Abrindo o Cap&#244;: Motiva&#231;&#227;o on Rails</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2007/07/18/798/abrindo-o-cap-motivao-on-rails.html</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2007 12:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Compreendendo como o mecanismo de motivação humana funciona]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um mini howto</em></p>
<h2>Premissas e Declarações Obrigatórias</h2>
<p>Este artigo <a href="http://www.efetividade.net/2007/06/29/promocao-aniversario/">concorre a um cruzeiro no Caribe &#8211; na faixa</a>&nbsp;-, cortesia <a href="http://efetividade.net/">efetividade.net</a>.</p>
<p><em>(Ok, exagerei. Bem, o estou fazendo por pura diversão.)</em></p>
<p>Obviamente, eu não possuo o título sequer de Bacharel (em Psicologia, no caso) para falar sobre isso. Então eis que temos um relato não confiável. Querendo compreender mais, confira minhas fontes ou, melhor ainda, procure ajuda profissional. </p>
<p>Dito isto, podemos iniciar.</p>
<h2>Um pouco de contexto: Uma Introdução</h2>
<p>Há alguns anos atrás, me vi em uma situação que não costuma ser agradável pra ninguém: Definir o meu rumo, em particular, após o final de um contrato aonde eu havia apostado todas as minhas fichas. Não era a primeira vez, como também não foi a última. Porém, a severidade daquele momento me fez pensar não apenas no imediato, como no que indiretamente levava aquele pensamento.</p>
<p>Era, obviamente, uma questão de motivação. E compreendê-la como ela funciona, é, obviamente, um fator decisivo para aprender a controlá-la. E, se você está lendo este parágrafo, abra um sorriso: Irei compartilhar algumas idéias não apenas de como ela funciona, mas como também como colocá-la nos trilhos.</p>
<h2>Motivação, em menos de 20 palavras</h2>
<p><strong>Motivação</strong> pode ser definida como <em>&#8220;um conjunto de ações temporais&nbsp;que visam iniciar, orientar, definir intensidade, ou persistir rumo a um objetivo&#8221;</em>.</p>
<p>É definição, e pode levar a confusão com outros dois termos: <strong>Emoção</strong> e <strong>Personalidade</strong>. Bem, <strong>Emoção</strong> é <em>temporal </em>(embora em uma escala menor), porém não diretamente induz a um objetivo. E Personalidade é algo que, sem dúvida, já tem mais temporalidade.</p>
<p>Motivação pode controlar os dois? Sim, claro. Você pode controlar a sua motivação? Sim, você pode. Em cima disso que funciona toda a idéia da psicologia cognitiva.</p>
<h2>E quanto aos objetivos?</h2>
<p>Obrigado por ter perguntado. Bem, possuímos dois tipos básicos de objetivos: <strong>Intrínsecos</strong> e <strong>Extrínsecos</strong></p>
<p>Objetivos Intrínsecos são Objetivos internos, que envolvem satisfação ou alívio. Em suma, emoções. Você pode ficar satisfeito por estar entrando no cinema na hora certa, certo? Ou eu posso estar feliz por simplesmente está escrevendo um artigo que julgo interessante (e acredite: Estou). </p>
<p>Objetivos Extrínsecos são Objetivos Externos, como Reconhecimento, Valor, ou Título. Eu posso ficar feliz por ter vencido um concurso (como o do efetividade.net) e obter fama, fortuna (ok, não tanto). </p>
<h2>Ok, temos uma definição. Qual o papel delas?</h2>
<p>Eis aqui um ponto importante. Em pesquisas, descobriu-se que a importância dos Objetivos Intrínsecos não pode ser menosprezada. Em particular, ela é importante no sentido de reforçar comportamentos, e torná-los permanentes.</p>
<p>Certo, sei que está parecendo abstrato. Momento Historinha:</p>
<blockquote><p><font color="#333333">Há algum tempo passado, eu estava conversando com um colega. Sabíamos que havíamos trabalhado em épocas distintas&nbsp;na mesma empresa. E estávamos conversando sobre o que fazíamos lá. Quando expliquei que eu era analista C++, ele me perguntou como porque eu havia aprendido C++. Bem, eu expliquei que há 10 anos atrás, eu troquei de sistemas operacionais e eu senti que o meu conhecimento de Pascal não era adequado para programar no OS/2, por exemplo. Então decidi rever e comecei aprender a programar em C, pra depois ir para o C++.</font></p>
<p>Anos depois, comecei a trabalhar em um provedor de serviços Internet. E, quando a sua única ferramenta era um martelo, todos os seus problemas eram pregos. Refiz o sistema de bilhetagem, originalmente em Clipper, em C.</p>
<p>Bem, eu sempre achei programar algo terapêutico, e que me ajudava a compreender melhor os computadores que eu usava. Aí então, meu interlocutor concordou, mas perguntei se ele já havia aprendido a programar C++. Apenas ouvi: &#8220;-Sim, mas não vi futuro financeiro nisso.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Quando comecei a programar um computador (e isto era um Tk/3000, um clone do Apple //e), eu o fazia porque era a única aplicação interessante que eu encontrei, ao invés de jogar (pois não tinha jogos), e nem escrever textos (pois não havia internet tampouco blogs). De lá pra cá, a coisa apenas foi crescendo, crescendo.</p>
<p>Mas começou com um manual aberto e alguma vontade de aprender. Quando definia um objetivo, por mais simples que fosse, e o atingia, eu ficava em êxtase. Com o tempo, aprendi apenas que as pessoas ao meu redor não seriam capazes de compreender o motivo do meu prazer. Bem&#8230; Aprendi a abstrair isso, sem dúvida. :)</p>
<p>E sabe o que é o pior? Com o tempo, percebi que os Objetivos Extrínsecos eram naturalmente atingidos. Havia me tornado alguém com bastante disciplina para alcançar os objetivos intrínsecos. O reconhecimento e a fama veio com o tempo </p>
<p><em>(Ok, também estou exagerando. Sim, é um prazer solitário. Ei, não me olhe com esta cara!)</em></p>
<p>Resumo da Ópera: Objetivos Intrínsecos e Preferencialmente Pequenos são a chave para você atingir coisas maiores.</p>
<h2>Mas e os Extrínsecos? Não servem pra nada?</h2>
<p>Claro que servem! Obviamente, eu não posso coagir alguém a compartilhar os mesmos objetivos intrínsecos que eu possuo, certo? Então preciso de um mínimo denominador comum. Não é a toa que existem concursos, promoções, e outros mecanismos de incentivo.</p>
<p>Por outro lado, existem mecanismos de incentivos a NÂO se fazer algo: Punições, Penas, e Multas, que tal?</p>
<h2>Uma pequena observação sobre Intrínsecos e Extrínsecos</h2>
<p>Tangibilidade é a palavra chave. E honestidade é outra. Seja honesto consigo ao definir um Objetivo Intrínseco: Pergunte-se:</p>
<ul>
<li>
<div align="left">- Você consegue alcancá-lo?</div>
</li>
<li>
<div align="left">- É para demonstrar algo para alguém? Se sim, esta pessoa dá valor?</div>
</li>
<li>
<div align="left">- Não seria melhor negociar isto com ela (e tornando algo extrinseco)?</div>
</li>
</ul>
<p>Em particular, Objetivos Intrínsecos são mais frágeis. É fácil abrir mão de obter algo quando não há ninguém nos olhando, certo?</p>
<p>No caso dos Extrínsecos: Cumpra sua palavra. Não há nada melhor pra desmotivar do que fazer e não pegar o seu prêmio no caixa, não é verdade?</p>
<p>E, principalmente, ao definir o objetivo, faça de tudo para torná-la agradável. Afinal, a idéia de obrigação é apenas uma idéia. Quero dizer, existem pessoas que fazem o que você julga como obrigação, sem reclamar. Logo, é importante repensar sobre se isto é realmente uma obrigação.</p>
<h2>E como priorizar meus objetivos?</h2>
<p>Boa pergunta! Uma ótima maneira de analisar a sua (des)motivação é o principio da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Maslow%27s_hierarchy_of_needs">Hierarquia das Necessidades de Maslow</a>. Ela se baseia na idéia de que as nossas necessidades possuem uma prioridade, e que elas alcançam níveis mais altos a medida que elas são satisfeitas.</p>
<p>E que níveis são estes? Basicamente, existe os chamados níveis de deficiência, que englobam coisas que precisamos ter mais e mais, e um nível mais avançado, de crescimento e de atualização pessoal. Os níveis mais baixos/imediatos são de necessidades mais básicas, e que possuem mais prioridade, como:</p>
<ul>
<li>
<div align="left">- Fisiológicos, que viabilizam a homeostase: Comida, Alimento, Higiene, sono, temperatura;</div>
</li>
<li>
<div align="left">- Segurança: Segurança Física/Patrimonial, Emprego, Receitas/Recursos, Moral/Família, Saúde;</div>
</li>
<li>
<div align="left">- Social: Relações Afetivas / Familiares, Amizades, Intimidade;</div>
</li>
<li>
<div align="left">- Estima: Respeito / Auto-Estima, Reconhecimento</div>
</li>
</ul>
<p align="left">Após isso, entra o nível cognitivo, que é a capacidade de uma pessoa sentir-se criativa, útil, e capaz de agregar conhecimento e valor.</p>
<p align="left">Faz muito sentido? Aposto que faz!</p>
<h2>Ok. Os priorizei&#8230; Mas, como alcançá-los?</h2>
<p align="left">Bom, isto é tema para inúmeros mini-howto sobre o tema, mas vou procurar dar algumas dicas:</p>
<h3>Inspire-se:</h3>
<p align="left"><em>Quem fez isso? Quem é o seu modelo?</em></p>
<p align="left">Não precisa ser famoso. Na verdade, o ideal é você procurar ao seu redor. Várias pessoas estão fazendo. Encontre uma!</p>
<h3>Informe-se</h3>
<p><em>Como esta pessoa chegou lá?</em></p>
<p>Se você não encontrou quem fez isso. Bem, eu posso sugerir o <a href="http://www.wikihow.com/">wikihow</a> como um ponto de partida.</p>
<h3>Peça por Ajuda</h3>
<p><em>Quem passou por isso? O que esta pessoa tem a dizer?</em></p>
<p>Tanto o <a href="http://www.about.com/">about.com</a> quanto, especialmente, o <a href="http://www.43things.com/">43things</a>, são ótimos locais para encontrar pessoas que possuem os mesmos objetivos que você.</p>
<h3>Torne algo Coletivo</h3>
<p>Alguém embarcaria com você? Você abriria mão de fazer só e, ao invés disso, dividir a responsabilidade com outra pessoa? </p>
<p><em>Porque não?</em></p>
<h3>Quebre em Tarefas. Revise-as, Questione</h3>
<p>A melhor maneira de não fazer algo, é dar conta de que esta tarefa não é necessária. Além disso, pergunte-se:&nbsp;isto é mensurável/alcançável/atingível?</p>
<p>Isto precisa ser pensado. Afinal de contas, comece a ser honesto consigo mesmo. </p>
<p><em>(Se o passo está parecendo ser comprido, experimente dar dois passos médios. Ou vários passos pequenos. Mas dê o passo)</em></p>
<h2>Ressaca nas Idéias: A Conclusão</h2>
<p>Sei que a esta hora, você deve estar pensando zilhões de coisas. Comece a se organizar, comece a imaginar, e, principalmente, comece a agir. O mundo precisa das suas atitudes, mas, acima de tudo, você precisa iniciá-las. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Lideran&#231;a para Desenvolvedores: O que faz um bom L&#237;der?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2007 12:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
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		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA["Eu compilei uma pequena lista de valores que eu considero em um bom líder..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Contexto</h2>
<p>Hoje, lendo meus feeds, encontrei <a href="http://www.boaglio.com/index.php/2007/07/10/no-futuro-eudesenvolvedor-serei-um-bom-lider/">este post</a> do Fernando Boaglio <a href="http://joseoliveira.com/2007/07/10/como-identificar-alguem-de-ti/">através do José Oliveira</a>, sobre líderes que eram Desenvolvedores. Eu discordo um pouco, e isto me inspirou a escrever este artigo.</p>
<p><strong>Premissa:</strong> Tenho como regra jamais usar a minha experiência profissional como argumento para justificar o que julgo certo ou errado. Trato quase como um mandamento, declarado como: <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pav%C3%A3o">&#8220;- Não Pavonearás!&#8221;</a></em>. Isto não me torna imparcial. A parcialidade existe. Porém, ela será usada na forma de referências. No mais puro modo cartesiano possível. :)</p>
<h2>As Idéias Apresentadas:</h2>
<p>Boaglio começa com uma evidência anedotal:</p>
<blockquote><p>Escutei algumas histórias de colegas que trabalharam com a equipe de Unix na IBM, lá existem níveis que vão crescendo conforme a experiência da pessoa. Existem também vários níveis de chefia, e o líder de todos era o tipo de pessoa que consegue falar pra você uma seqüência de uns 10 comandos sem errar um parâmetro sequer.</p>
</blockquote>
<p>Bem, isto pode ter acontecido, mas:</p>
<h3>Não Corresponde a Realidade: </h3>
<p>Hoje, um candidato a Gerente de Projetos da IBM <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/IBM#Project_Management_Center_of_Excellence">passa por um processo rigoroso para ser reconhecido</a>. Meritocracia pura, estilo nova IBM.</p>
<h3>Conhecimento não é suficiente. </h3>
<p>E antes que entremos na tal da história do Quociente Emocional, é preciso fazer uma simples pergunta: Quais as habilidades um bom gerente de TI deve possuir? A respeito disso, eu sugiro a leitura do eterno clássico de Tom DeMarco e Timothy Lister, <a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0932633439">&#8220;PeopleWare: Productive Projects and Teams&#8221;</a>. Revelando um pouco mais: O primeiro capítulo possui a seguinte citação:</p>
<blockquote><p>A maioria dos problemas do nosso trabalho não são de natureza tão tecnológica quanto sociológica.</p>
</blockquote>
<h3>Claro que existem exceções à regra.</h3>
<p>Mas não se engane: Foi um processo duradouro de acúmulo de experiência, mas eu aposto que bons gerentes que não fizeram um PMI (mas que são reconhecidos como dignos de um) leram um bocado, e não foi sobre frameworks.</p>
<h2>Mas e afinal, o que faz um bom líder em Desenvolvimento?</h2>
<p>Eu compilei uma pequena lista de valores que eu considero em um bom líder. Algumas combinam com o post original, outras não. </p>
<h3>E o&nbsp;que importa?</h3>
<h4>Esqueça a ideologia. Precisamos de considerações práticas, agora. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Realpolitik">Realpolitik</a>!</h4>
<p>Um chefe que te permite estabelecer o seu ritmo (e, ao invés de ditar prazos, solicita a sua estimativa), e que, principalmente, te dê autonomia nas decisões, intermediando interesses, recursos, e features.</p>
<p>Porque da autonomia? <em>Motivação é um fator chave neste processo.</em></p>
<p>Um exemplo: Se eu chego e lhe peço para fazer algo até quinta, eu estimei algo usando as minhas métricas (ou os meus prazos). É uma imposição. É algo error-prone.</p>
<p>Por outro lado, se eu solicito que me estimes o que eu preciso, pra quando, e caso necessário, usando o quê, você vai precisar analisar seu contexto (conhecimentos, responsabilidades/compromissos atuais), e, principalmente, <strong>ESTIMAR</strong>. </p>
<p>Porque do estimar? É muito óbvio você sentar e começar a fazer. É correto? Eis porque existe o conceito da engenharia: O processo criativo (e daí das raízes do nome &#8216;Engenharia&#8217;) é um processo, e precisa de passos. Formais ou&#8230; Ágeis.</p>
<p>Estimando, eu levando o roteiro, estipulo os riscos e os analiso, e consigo fazer uma lista de tarefas (preferencialmente, em horas), afim de conseguir estipular uma expectativa mais segura. E como eu estipulei de acordo com o meu ritmo, eu sou responsável por ele. E motivado.</p>
<h4>Abstração, abstração, abstração!</h4>
<p>Não importa se eu parei no assembly ou no Java. O que importa é que eu consiga transcender a visão além da linguagem e das ferramentas. Não quero saber como os fios vão ser ligados. O que preciso, e isto sim, é saber se a vista dos fios é condizente com a vista estrutural do prédio, com a tubulação de água e esgoto. </p>
<p>Óbvio que neste caso, abstração só se tem quando se possui a experiência em programar. Mas acredite: alguém que programa e coordena, acaba não fazendo bem nenhuma das duas coisas.</p>
<h4>Ema ema ema,&nbsp;chefe é pra resolver problema!</h4>
<p>Um bom chefe é capaz de ouvir seu momento de lamentação e, eventualmente, pagar o almoço ou então sugerir alguma estratégia para resolver o seu problema. Ele é um executivo e, portanto, deve possuir boas estratégia de ouvir e interpretar o problema, e vir com soluções práticas e, preferencialmente, testadas. É análise, só que de problemas e pessoas.</p>
<h4>Ema ema ema, a equipe é meu problema!</h4>
<p>E acima de tudo, não tem coisa pior que apontar dedo na frente do cliente para um analista. Um chefe precisa representar a equipe, e não torná-la um bode espiatório.</p>
<h3>O que não importa?</h3>
<h4>Domínio das Ferramentas:</h4>
<p>Eu tenho a abstração, certo?</p>
<h4>Marketing</h4>
<p>Eu vim aqui pra me vender, ou pra trabalhar? É possível fazer marketing, mas isto não precisa ser objetivo direto do meu trabalho.</p>
<p>Mais do que isso: Você manter a equipe motivada e cumprir prazos para o que foi prometido (ou melhor ainda: negociado) já manda o seu recado. </p>
<h2>Epílogo</h2>
<p>Confie. Há chefes e chefes. Eu apenas sintetizei aqui algum dos melhores que eu já tive (ou que ouvi falar :]).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Li&#231;&#245;es Aprendidas com a &#218;ltima Reinstala&#231;&#227;o</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2007/07/03/774/lies-aprendidas-com-a-ltima-reinstalao.html</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2007 03:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas observações sobre a reinstalação do Windows XP. Boas práticas e convites para a reflexão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por algum motivo, o meu Windows Update passou a comportar-se de modo estranho, então julguei que era necessário reinstalar. Embora eu, pessoalmente, seja adepto da idéia de que uma manutenção bem feita seja suficiente, eu fui obrigado a apelar para a &#8220;solução final&#8221;.</p>
<p>Por sorte, eu não passei mais que doze horas entre a preparação e a, execução propriamente dita. O que eu acho que influenciou? Bem, este é o único motivo deste post: Compartilhar os motivos que julgo que foram fundamentais nesta operação. Então, vamos lá:</p>
<h2>1. Tenha um backup Completo</h2>
<p>O <a href="http://www.microsoft.com/technet/archive/winntas/maintain/backup.mspx">Backup do Windows Serve</a>. <a href="http://www.symantec.com/ghost/">Norton Ghost</a> idem. O importante é ter um backup.</p>
<h2>2.&nbsp;É reforma ou mudança mesmo?</h2>
<p>Isto faz a diferença: Você vai para um novo PC? Ou vai reinstalar? As chances são de que existem opções mais adequadas para cada contexto.</p>
<h2>3.&nbsp;Escolha a mídia:</h2>
<p>Se você vai migrar, pode usar a rede ou um cabo. Programas como o <a href="http://laplink.com/PCMover/">PCMover</a> auxiliam o processo, e até o <a href="http://www.microsoft.com/windowsxp/using/setup/expert/crawford_november12.mspx">Files and Settings Transfer Wizard</a> do Windows são bastante completos. No meu caso, usei o FaST, gerando um snapshot para uma outra partição, para poder recuperar tudo. Mas antes disso, eu já possuia um snapshot completo da máquina, em discos DVD+RW.</p>
<h2>4.&nbsp;Separe aqueles discos que você sempre perde.</h2>
<p>Isto mesmo, separe todos os drivers ou considere usar programas como o <a href="http://www.driver-soft.com/">Driver Genius</a> para fazer um backup específico dos drivers. O importante é tê-los todos reconhecidos, mesmo que depois eles sejam atualizados automaticamente pelo Windows Update.</p>
<h2>5.&nbsp;Separe os programas e os seriais</h2>
<p>Principalmente no caso do Windows XP e Adobe Acrobat, é fundamental você ter a mão os seriais. Aqui, foi fácil: Eu os mantinha em uma seção pessoal no <a href="http://office.microsoft.com/infopath/">InfoPath</a>, limitando apenas a salvar em PDF para ver no meu HP Jornada (sim, hoje ele é só para ler no Adobe Acrobat). Além disso, deixe próximo um inventário, e opcionalmente, classifique a ordem de instalação mediante a prioridade. Ao fazer o inventário, é bom também verificar se a versão que você possui é a mais recente e, caso contrário, considerar um upgrade <strong>ANTES</strong> do backup.</p>
<p>Se você tem muitos programinhas que comprou ou instalou da&nbsp; Internet (menos de 10MB e/ou com pouca frequência de uso), sugiro que você tenha uma pasta com os registros dele no seu programa de e-mail, e considere quais realmente precisam ser instalados.</p>
<h2>5. Enfim, as Preliminares:</h2>
<p>Antes de começar a reinstalar, também considere os seguintes fatores:</p>
<h3>a) Veja seu UPS:</h3>
<p>É interessante conferir o status do seu UPS (ou &#8220;No-Break&#8221;). O risco de uma queda súbita de energia comprometer o seu backup, tal como houve, é grande. Um bom no-break pode prevenir isto;</p>
<h3>b) Considere os atributos do arquivo e a fragmentação: </h3>
<p>Arquivos marcados como Archive e/ou Read-Only são excluídos do processo de Fragmentação. Embora você dificilmente defina estes atributos, eles são comuns de surgir, especialmente após a cópia destes arquivos de um CD. Confira as propriedades e, caso necessário, os exclua.</p>
<p>O Defragmentador do Windows é uma cópia mais limitada do <a href="http://www.diskeeper.com/">Diskeeper</a>, então fica a sugestão de considerar comprar uma cópia, dada a maior sofisticação e controle sobre o processo de defragmentação.</p>
<h3>c) Planeje o backup do que não estiver como Aplicação e/ou Dados de Usuário</h3>
<p>Permissões e ACLs são tópicos complicados. Como eu possuía 3 pastas (outras aplicações, checkout de projetos, e download) na raiz, e a certeza absoluta de que apenas eu era (ou merecia) ser o proprietário das mesmas, fiz este backup usando o WinRAR. Porém, é válido considerar isso.</p>
<p>Além disso, convém perguntar: Existe algum programa que você instalou manualmente e que é executado como um serviço? O que você irá precisar para reinstala-lo?</p>
<p>Você possui algum servidor de banco de dados rodando, ou compartilhamentos disponíveis? Confira a possibilidade de fazer um backup pela aplicação (banco de dados), ou de salvar estas configurações para poder restaurá-las mais tarde.</p>
<h3>d) Considere Isolar Aplicações Legadas em Máquinas Virtuais:</h3>
<p>Você precisa conviver com alguma aplicação, porém sem a necessidade de mantê-la instalada diariamente? Ou você tem, por exemplo, necessidade de manter duas versões distintas de um mesmo produto (Office 2003 / Office 2007, por exemplo). Tem algum CD do Windows 98 encostado no canto? Então vai a sugestão: Considere criar máquinas <a href="http://www.microsoft.com/windows/products/winfamily/virtualpc/default.mspx">Virtual PC 2007</a> (que é gratuito!) ou <a href="http://www.vmware.com/">VMWare (Workstation/Server/Player</a>), instale uma cópia e a aplicação. Desta forma, você isola esta aplicação e, principalmente, simplifica os backups futuros.</p>
<h3>e) Dimensione</h3>
<p>Confira se as ferramentas que você está utilizando para o backup não possuem limites. Alguns podem ser implícitos (4GiB para arquivo em FAT32, e o NTBackup não faz span neste caso), outros são explícitos (talvez você não tenha espaço para salvar tudo, sendo obrigado a escolher quem se salva).</p>
<p>Outras são bastante sutis: O Formatador do Windows NT <a href="http://www.allensmith.net/Storage/HDDlimit/FAT32.htm">não suporta mais de 32GiB para FAT32</a>. Mas <a href="http://www.crapcontrol.com/content.php?article.14">existem alternativas</a>&#8230;</p>
<h2>6. Ao reparticionar o disco</h2>
<p>Indiretamente, algo que me ajudou, foi ter uma partição FAT32 de 80GiB, enquanto a partição principal ficou com 40GiB. Porque da diferença? Bem, a FAT32 serve para downloads e MP3.</p>
<p>Coisas interessantes a considerar no seu particionamento:</p>
<h3>a) Considere uma partição dedicada para a paginação:</h3>
<p>O Windows não precisa de uma partição para swap, ao contrário do Linux. Porém, é interessante você utilizar uma, por um motivo simples: Fragmentação. Tendo uma única partição dedicada ao swap, você isola uma partição inteira apenas para o swap, eliminando o risco da sua paginação sofrer com uma fragmentação excessiva;</p>
<h3>b) Deixe de 30 a 50% livre na partição principal do Windows:</h3>
<p>&nbsp;O NTFS, até a versão que vinha com o NT 4.0, recomendava isso. Embora os tempos possam ser outros, é bom ter espaço livre para auxiliar a defragmentação</p>
<h3>e) Ceda a Tentação, e faça um Full Format:</h3>
<p>O Tempo perdido compensa a dor de cabeça que você pode vir a ter com um setor defeituoso no HD. E as chances do seu disco rídigo estar na garantia são bastante altas.</p>
<h2>7. Reinstalando:</h2>
<p>Reinstale, mas ainda não carregue os backups. Faça imediatamente a ativação e comece a fazer inicialmente todas as atualizações através do Windows Update ou, caso você se incomode com o número excessivo de reboots, considere usar o <a href="http://www.autoupdater.com/">AutoUpdater</a>.</p>
<p>Após os updates, confira se todos os drivers estão ativos. Em particular, confira se as letras/pontos de montagens dos discos estão de acordo</p>
<p>No meu caso, utilizei o <a href="http://www.microsoft.com/windowsxp/using/setup/expert/crawford_november12.mspx">FaST</a>. Sem grandes expectativas, e sim uma grande surpresa: ele tem uma capacidade imensa de manter todas as minhas configurações de usuário. E o mais legal: Nada o impede que você o utilize em outras situações, como um upgrade de 98 para XP, ou de XP para Vista.</p>
<p>Precisei depois restaurar as 3 pastas. Eis algo que deu um pouco de trabalho, porque remover, copiar, excluir, e herdar permissões <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/NTFS">NTFS</a> é algo um pouco demorado. Mas enfim, a esta altura do campeonato, eu já estava feliz só por perceber que estava tudo em ordem. A partir daí, iniciei o processo das instalações. E o resto virou história pra contar.</p>
<p><em>(Observação mais pessoal: Um ponto de lamentação foi que eu não fiz adequadamente o upgrade do <a href="http://getfirefox.com/">Firefox</a> 1.5 para o 2.0 antes, tendo sido obrigado a refazer toda a minha configuração. Do zero. E dói)</em></p>
<h2>8. Preparando-se para o Futuro:</h2>
<p>Se a experiência foi agradável ou não, certamente é uma interpretação subjetiva. Independente disto, as chances de acontecerem de novo são bastante grandes. Portanto, também considere estes items:</p>
<h3>a) Be S.M.A.R.T.:</h3>
<p>Estamos falando de um procedimento indesejável de manutenção, que é uma reinstalação. Então é uma boa hora para refletir sobre a sua capacidade de prevenir acidentes. O <em>Self-Monitoring, Analysis, and Reporting Technology</em> (S. M. A. R. T.) é um protocolo que os discos rígidos suportam, afim de fornecer informações e estatísticas sobre a sua performance. Em particular, é possível prever quando um disco rígido já passou do auge da sua performance, e começa a demonstrar sinais de desgaste mecânico e com o tempo. Este tipo de informações costuma representar cerca de 60% das causas de perdas previsíveis. </p>
<p>Em particular, algo importante: Um disco rígido pode demonstrar sinais de desgaste logo nos primeiros 60 dias. Lembre-se disso quando adquirir um novo.</p>
<p>Uma visita no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/S.M.A.R.T.">Verbete da Wikipedia sobre o S.M.A.R.T.</a> é uma valiosa fonte de informações sobre o assunto.</p>
<h3>b) Repense seus backups</h3>
<p>Backup é algo que nem seguro de automóvel: Você paga torcendo pra jamais precisá-los. Em particular, é bastante interessante você, ao adquirir uma máquina nova, cogitar simular a estratégia de backup e, principalmente, testá-la. Mas é óbvio, você precisa <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Backup">compreender e planejar</a>.</p>
<h3>c) System Restore Points e Automated System Recovery:</h3>
<p>Estes dois cidadãos são características do Windows XP. O <a href="http://www.microsoft.com/technet/prodtechnol/winxppro/plan/faqsrwxp.mspx">System Restore Points</a> permite definir &#8216;pontos de recuperação&#8217;, salvando o status da máquina e permitindo retomá-lo em caso de necessidade. Na minha experiência, eles foram bastante úteis quando troquei de fornecedor de placa de vídeo (saí de uma Radeon e fui pra GeForce). Antes de efetivamente executar o <a href="http://www.drivercleaner.net/">DriverCleaner.NET</a>, criei um System Restore Point. Quando tudo pareceu ficar ok, criei outro. </p>
<p><em>Crie um imediatamente após o final dos updates do seu Windows. Ele pode revelar-se valioso.</em></p>
<p>O ASR, por sua vez, é o complemento do Backup: Ele contém as diretivas necessárias para que, ao concluir a instalação do Windows, você imediatamente possa iniciar o restore de um backup. Na verdade, ele é capaz inclusive de coordenar uma instalação completa do Windows XP apenas com esta finalidade. <a href="http://www.microsoft.com/technet/prodtechnol/winxppro/plan/faqsrwxp.mspx">Confira este link</a> para compreender como utilizá-lo.</p>
<h3>d) E já que falei tanto em Backup:</h3>
<p>Com tudo concluído, então porque não fazer um backup completo da imagem, pronto para ser restaurado? O <a href="http://www.symantec.com/ghost/">Norton Ghost</a> ou os produtos da <a href="http://www.acronis.com/">Acronis</a> são bons pontos de partida, como também o Ghost for Unix e/ou o <a href="http://www.sysresccd.org/Main_Page">SystemRescue</a>.</p>
<h2>9. Não é fácil, mas alguém tem que fazer&#8230;</h2>
<p>Enfim, se você chegou até aqui, você deve estar pensando: &#8220;- Cara, eu realmente preciso de tanto esmero assim com uma única reinstalação?&#8221;</p>
<p>De fato, não. Nem sempre. Na verdade, fiz tudo isso, apenas com o intuito de minimizar a minha dor de cabeça nas próximas vezes e, principalmente, ter certeza de que o plano estava sendo seguido à risca. Como dizem: &#8220;-Ema ema ema, este é o meu problema!&#8221;. Mas a preocupação com os seus dados é diretamente proporcional ao custo deles. E, infelizmente, parecem ser inversamente proporcionais ao quanto podemos dar atenção a manutenção e, principalmente, a segurança deles. :(</p>
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		<title>wiki: syncwiki</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2007/03/12/728/wiki-syncwiki.html</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2007 20:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigos do wiki direto para o wordpress Este artigo foi postado no wiki, disponível aqui..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigos do wiki direto para o wordpress</em></p>
<p>Este artigo foi postado no wiki, <a href="http://www.leal.eng.br/wiki/codigo:python:syncwiki">disponível aqui.</a>.</p>
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