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	<title>mnemetica &#187; pessoal</title>
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	<description>A Linguagem enquanto um vírus...</description>
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		<title>Seis meses a mil</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 07:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[administrivia]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem me acompanha diariamente na rede dos 140 caracteres, pode saber de trechos aqui e ali. Independente disso, ou por causa disso, acho importante escrever este pequeno relato do que acontece por aqui. Há seis meses eu tinha um emprego. Há um mês eu mal tinha trabalho. Há seis meses eu morava com meus pais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem me acompanha diariamente na <a href="http://twitter.com/aldrinleal">rede dos 140 caracteres</a>, pode saber de trechos aqui e ali. Independente disso, ou por causa disso, acho importante escrever este pequeno relato do que acontece por aqui.</p>
<p>Há seis meses eu tinha um emprego. Há um mês eu mal tinha trabalho. Há seis meses eu morava com meus pais. Há quatro, sou senhor do meu teto. Há seis meses, eu tinha um chefe. Hoje, eu tenho alguns clientes.</p>
<p>Então basicamente o resumo é este: Eu ia ser pai. Não fui. Ainda assim, aceitei a mudança e a mantive. Mudei com a Senhora Leal para nosso novo apto, o Bunker. </p>
<p>O Bunker em si merece um post a parte (PODEM ME COBRAR), mas meu deleite tem sido o home office. E os trabalhos que dele são demandados. E em parte desta mudança, botei uma venda organizada que tem sido um grande experimento e muito enriquecedor para mim.</p>
<p>O MBA em Consultoria tem sido bastante produtivo, me fazendo enxergar coisas sob outros aspectos. E não posso negar que esta semana, apliquei vários aspectos dele no dia-a-dia, conduzindo negociações com um cliente.</p>
<p>Estou em SP enquanto escrevo isso. Parte dos objetivos em SP envolviam dar uma anabolizada no meu foursquare (subi de três para sete badges, e acho que dois conseguem ser obtidos com algum método), e tem sido um pequeno refúgio para desplugar, ler livros no Kindle, ou apenas manter minha parca atenção (oops, TDAH) concentrada em um único problema. Hoje foi um pouco mais light, mas foi dia de colher resultados, e me premiar (indo ao Cine com Nadja, para ver um filminho românctico: Tropa de Elite 2), ou rever os amigos no bar e encontrar novos.</p>
<p>Enquanto estive em SP, e na reunião com este cliente, recebi o email que esperava há duas semanas, aceitando meu desligamento da PD Case. Ainda assim, será em termos amigáveis: Eu estarei disponível para a mesma, mas as demandas serão orientadas a projeto. Foi um pouco chocante, mas, no fim, acho que as coisas estão coordenadas de acordo. Tenho uma monografia para concluir até janeiro, e preciso escolher o tema. Mas acho que consigo. A pilha de livros é imensa, mas acredite: isto é ótimo. </p>
<p>Um pequeno parêntese antes de concluir: Gostaria de informá-los dos seguintes assuntos:</p>
<ul>
<li>Se precisas de alguém para resolver algo bem pontual no seu projeto, ou até analisá-lo e conclui-lo (Gestão, Arquitetura e Tecnologia), por favor: Saiba que ficaria muito feliz em receber um convite seu; </li>
<li>Independente disso, meu bazar online está indo de com força. Porque não olhar os produtos que tenho a venda? </li>
</ul>
<p>Digo isto, apenas agradeço, prezado um dos meus seis leitores. </p>
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		<title>Recursos para Fim-de-Namoro</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2010/05/14/961/recursos-para-fim-de-namoro.html</link>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 01:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[lalala]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
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		<description><![CDATA[Also known as: Foras, Hardcore Edition]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não que eu precise, mas prepare-se para esta música em caso contrário:</p>
<pre><em>Also known as: Foras, Hardcore Edition</em></pre>
<p><object width="330" height="50" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="align" value="middle" /><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio2.swf?mediaId=3279571" /><embed quality="high" type="application/x-shockwave-flash" width="330" height="50" rel="lightbox" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio2.swf?mediaId=3279571" align="middle" wmode="transparent" allowscriptaccess="sameDomain"></embed></object></p>
<p><em>Vamos lá, todo mundo cantando:</em></p>
<p><em>Sabe, eu tenho muitas coisas pra dizer pra você<br />
    <br />Ai meu Deus! Diga por favor..</em></p>
<p><em>Só que para te dizer&#8230;<br />
    <br />Eu preciso de um belo piano e alguém que toque piano muito bem</em></p>
<p><em>Isso! Tipo esse cara<br />
    <br />Agora sim, eu posso te dizer</em></p>
<p><em>Tem vezes na vida que a gente encontra alguém<br />
    <br />Para cuidar e pra fazer o bem</em></p>
<p><em>Para abraçar e encher de amor<br />
    <br />Mas não é o seu caso, pra mim tu não tem valor</em></p>
<p><em>Não amo você, não sinto falta de te ver<br />
    <br />Nada mudou ao te conhecer</p>
<p>Você não tomou conta do meu ser</em></p>
<p><em>Mas calma Juliana<br />
    <br />É Patrícia!</em></p>
<p><em>Digo Patrícia, na noite em que fiquei contigo<br />
    <br />Eu só disse que te amava pra você dormir comigo</em></p>
<p><em>Mas se eu te visse beijando outro<br />
    <br />Eu ficaria louco</em></p>
<p><em>Não, não, é mentira<br />
    <br />Não me importaria nem um pouco</em></p>
<p><em>Não amo você, não sinto falta de te ver<br />
    <br />Você não me deu prazer</p>
<p>Eu me arrependo de te conhecer</em></p>
<p><em>Mas calma Márcia<br />
    <br />É Patrícia!</em></p>
<p><em>Digo Patrícia, de um ângulo você de longe é gatinha<br />
    <br />Só menos que a Duda, Marina, a Jô e a Claudinha</em></p>
<p><em>Rafaela, Lidiane, Maria Luíza, Bia, Sheila e o Claúdio!<br />
    <br />Que é homem, mas mesmo assim é mais sexy que você!</em></p>
<p><em>Não amo você, não sinto falta de te ver<br />
    <br />Na agenda do meu celular, o seu nome é não atender</em></p>
<p><em>Fabrícia<br />
    <br />É Patrícia!</em></p>
<p><em>Digo Patrícia, por você<br />
    <br />Eu pegaria um copo d’água,se eu não estivesse ocupado</em></p>
<p><em><br />
    <br /></em><em>Por você eu iria ao shopping comprar um presente de aniversário<br />
    <br />Não! Mentira, não iria não porque é muito lotado shopping</p>
<p>E qualquer vendedora vai ser muito mais gatinha que você</em></p>
<p><em><br />
    <br />Não amo você, não sinto falta de te ver</p>
<p>Não amo você, não sinto falta de te ver</em></p>
<p><em><br />
    <br />Não amo você, não sinto falta de te ver</p>
<p>Não amo você, não sinto falta de te ver</em></p>
<p><em><br />
    <br />Vai embora, espera um segundo</p>
<p>Eu fico com você, se você for a última mulher do mundo</em></p>
<p>
  <br />[ Fonte: <a href="http://mtv.uol.com.br/comedia/blog/nao-amo-voce">aqui</a> ]</p>
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		<title>Conselhos para T-15 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 08:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Quando eu comecei usando computadores, foi numa época que a maioria de vocês jamais ouviram falar: A Reserva de Mercado. Na prática, significava pagar dez vezes por algo que já chegava obsoleto. De lá pra cá, muita coisa mudou: Apenas pagamos o iPod mais caro do mundo (não precisam comentar, prezados macfags). Mas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Quando eu comecei usando computadores, foi numa época que a maioria de vocês jamais ouviram falar: A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_Nacional_de_Inform%C3%A1tica">Reserva de Mercado</a>. Na prática, significava pagar dez vezes por algo que já chegava obsoleto. De lá pra cá, muita coisa mudou: Apenas pagamos o <a href="http://www.transparent.com/portuguese/brazil-has-the-worlds-most-expensive-ipod/">iPod mais caro do mundo</a> (não precisam comentar, prezados macfags). Mas o fato é que, a exceção dos produtos macfaguísticos, hoje o custo para manter um computador é mais barato que há alguns anos.</p>
<p>O acesso à informação mais barato criou algumas variáveis interessantes. Há 8 anos, eu hospedar um repositório particular de código-fonte distribuído na internet virtualmente me exigiria a configuração de um servidor virtual, um VPS (exigiu – eis porque eu hospedo isso na linode). </p>
<p>Extrapolando mais: Há quinze anos, eu provavelmente necessitaria fazer colocation em um data center. </p>
<p>Hoje eu pago cinco dólares – apenas para manter restrito, pois gratuitamente eu possuo mais oferta.</p>
<p>Isto é algo que está alinhando para outros aspectos – Nuvens, como EC2 e o <a href="http://appengine.google.com/">AppEngine</a>, efetivamente barateiam. Quanto custa – monetariamente falando –, criar um domínio e hospedá-lo é uma fração do quanto custava há alguns anos.</p>
<p>O que não irá baratear? Mão de obra. Cada vez mais cara, cada vez mais especializada, cada vez mais difícil de formar. Logo, há risco em toda contratação em TI – é uma aposta, afinal de contas. E uma laranja podre pode cagar um projeto. Logo, você, que quer entrar no mercado, deve reduzir e eliminar os riscos na sua contratação. </p>
<p>Porque falo isso? Porque quando comecei em TI, era mais complicado manter um portfolio e currículo, e a minha etapa de ‘profissionalização’ demorou alguns anos e foi meio tortuosa. Embora hoje eu não necessite tanto, os meus próprios repositórios de fonte acima mencionados já me ajudaram em várias situações, tanto no trabalho quanto na faculdade e, principalmente, para arranjar trabalho.</p>
<p>É sério: A maneira mais fácil que você tem de dar um curto-circuito em uma entrevista de emprego é mostrar código-fonte seu e comentá-lo. Mais do que isso, você mostra ser orientado a problemas e auto-disciplinado, quando você devota seu tempo a projetos pessoais. </p>
<p>O código sequer precisa ser bom – isto, na verdade, é gancho para que outras pessoas possam participar e conhecer. É, de certa forma, um ótimo caminho para estabelecer networking. </p>
<p>Uma única observação: Certifique-se que sua propriedade intelectual não infringe a dos outros – e, principalmente, entenda sobre licenças e saiba defender a sua e identificar outras licenças open-source adequadas para outros projetos – como o dos seus empregadores, por exemplo.</p>
<p>Então, prezado amigo, eis um segredo dourado, que eu não costumo citar: Crie um projeto. Qualquer projeto. O importante é você ter um horizonte atingível e, acima de tudo, dedicação para mantê-lo. Use um <a href="http://code.google.com/p/">google code</a> ou <a href="http://github.com/">github</a>, agregue colegaboladores, e &#8211; porque não? &#8211; publique o mesmo fonte online, bem como coloque o site no ar. </p>
<p>Por mais simples que seja, você tem um projeto – e um bom assunto para a sua próxima entrevista de emprego. Ou, quem sabe, o seu próximo empreendimento.</p>
<p>Moral da história? Eu *queria* poder ter feito tudo isso há 15 anos. Sim, é uma inveja branca da geração atual.</p>
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		</item>
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		<title>Wave e Jing</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2010/04/22/956/wave-e-jing.html</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 15:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
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		<category><![CDATA[sys/net]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou documentando esta coisa apenas porque não a achei em lugar algum, e através do Luciano, do HighTides, consegui descobrir como. Adoro o Jing, e até me dou bem com o Wave. Porque não botar os dois? Infelizmente, não há widgets que permita fazer tal atividade diretamente. Felizmente, existe um recurso alternativo (leia-se: Gambi): Você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou documentando esta coisa apenas porque não a achei em lugar algum, e através do <a href="http://twitter.com/lucianosb/">Luciano</a>, do <a href="http://sbvirtual.com/hightides/">HighTides</a>, consegui descobrir como.</p>
<p>Adoro o <a href="http://jingproject.com/">Jing</a>, e até me dou bem com o <a href="http://wave.google.com/">Wave</a>. Porque não botar os dois?</p>
<p>Infelizmente, não há widgets que permita fazer tal atividade diretamente. Felizmente, existe um recurso alternativo (leia-se: Gambi): Você pode embutir um Gadget de texto artibrário HTML colocando o código de embedding do screencast.com.</p>
<p>Segue o passo a passo:</p>
<ul>
<li>Suba o seu vídeo no Jing. Obtenha o código de embedding e guarde em algum lugar;</li>
<li>Na wave em questão, insira um gadget por URL, utilizando o URL <a href="http://wave-samples-gallery.appspot.com/about_app?app_id=10001">deste widget</a> (no caso, é <a href="http://wave-ide.appspot.com/html.xml">este URL</a>)</li>
<li>Edite o Gadget e cole o código de embedding</li>
<li>???</li>
<li>Lucro!</li>
</ul>
<p>Só pra ser ainda mais redundante, eis o <a href="http://www.screencast.com/t/ZTJkNTFjND">link para o vídeo demonstrando como foi feito</a> (não estou embutindo aqui em nome da formatação e a coluna. Tenho respeito aos meus 6 leitores).</p>
<p>Caso você tenha notado algo diferente na hora de colar: Bem, eu sou um fã incondicional do <a href="http://ditto-cp.sourceforge.net/">ditto</a>, que mantém um histórico da minha área de transferência.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>lalala(tim): O Lorem Ipsum da Literatura Eclesi&#225;stica</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/11/19/952/lalalatim-o-lorem-ipsum-da-literatura-eclesistica.html</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[lalala]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Sors salutis et virtutis michi nunc contraria est affectus et defectus sempre in angaria Hac in hora sine mora corde pulsum tangite quod per sortem sternit fortem mecum omnes plangite! A sorte na saúde e na virtude Agora é contrária a mim Ela dá e tira Mantendo a constante escravidão Nesta hora, sem demora Soa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sors salutis     <br />et virtutis      <br />michi nunc contraria      <br />est affectus      <br />et defectus      <br />sempre in angaria</em></p>
<p><em>Hac in hora     <br />sine mora      <br />corde pulsum tangite      <br />quod per sortem      <br />sternit fortem      <br />mecum omnes plangite!</em></p>
<p><em>A sorte na saúde e na virtude     <br />Agora é contrária a mim      <br />Ela dá e tira      <br />Mantendo a constante escravidão</em></p>
<p><em>Nesta hora, sem demora     <br />Soa a &#8216;Corda Vibrante&#8217;</em></p>
<p>Se você não entendeu. Bem, isto é a letra mais manjada de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Carmina_Burana">“Carmina Burana”</a> &#8211; a Ópera é baseada em um livro encontrado na ordem beneditina, datado de 1230.</p>
<p><strong>Não tem mais desculpa</strong>: Da próxima vez, todo mundo cantando.</p>
<p>Fontes: <a href="http://everything2.com/title/Sors+Salutis">Aqui</a> e <a href="http://letras.terra.com.br/era/75828/traducao.html">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ellipsis is dead. Long live to Alpha One</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/11/13/951/ellipsis-is-dead-long-live-to-alpha-one.html</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 06:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[A minha terminologia para Netbooks é um pouco mais sutil: Eu escolho termos foneticamente semelhantes ao nome original do computador. Mas isso só é possível porque eles *TEM* nomes. No caso, Ellipsis era o meu eee pc. Um mea culpa público: O Ellipsis, como meus últimos PCs, realmente merecia um descritivo neste blog. Bem, este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A minha terminologia para Netbooks é um pouco mais sutil: Eu escolho termos foneticamente semelhantes ao nome original do computador. Mas isso só é possível porque eles *TEM* nomes. No caso, Ellipsis era o meu eee pc. </p>
<p>Um mea culpa público: O Ellipsis, como meus últimos PCs, realmente merecia um descritivo neste blog. Bem, este post é um work-in-progress – como praticamente tudo aqui, é uma tentativa de compensar. </p>
<p>Mas antes, o motivo: Ellipsis estava morrendo, o storage e a performance estava ruim, e eu tava com o cartão de crédito no stand center. Pra complicar, meu desktop principal <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/2008/03/19/873/mais-trinta-e-dois-bits-depois-windows-xp-professional-x64-edition.html">(x64, lembra?)</a> morreu, cortesia São Pedro. <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/10/07/943/post-obrigatorio-para-evitar-argumentos-de-improdutividade.html">Mesmo com o mac</a>, e com <a href="http://www.vmware.com/products/fusion/">virtualização</a> e <a href="http://www.codeweavers.com/products/cxmac/">emulação</a>, eu ainda precisava de um Windows.</p>
<p>Então agora temos o Alpha One, que é um Acer Aspire One de 12 polegadas. Compare contra o meu caderno e o Ellipsis (que era de 7 polegadas):</p>
<p><a href="http://www.leal.eng.br/gallery2/v/Fotos/misc/DSC00670.JPG.html"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://www.leal.eng.br/mnemetica/wp-content/uploads/2009/11/image.png" width="240" height="177" /></a> </p>
<p>Isto foi meio impromptu e gradualmente irei documentá-lo. Por hora, ele é repleto de pontos fortes:</p>
<ul>
<li>As Especificações são generosas:</li>
</ul>
<ul>
<li>250 GB de Disco</li>
<li>Intel Atom Z520 @ 1.33 (embora nominal seja 1.6 GHz)</li>
<li>2GiB de RAM</li>
</ul>
<li>Os periféricos foram *MUITO* bem pensados:</li>
<ul>
<li>É uma segunda geração de netbooks, já com o Atom e um chipset novo pensado na plataforma;</li>
<li>A Acer colocou seu expertise:</li>
</ul>
<ul>
<li>SignalUp, que realmente otimiza o sinal com uma antena wireless</li>
<li>O teclado tem uma disposição excelente com teclas maiores</li>
<li>O monitor é 1366&#215;768, LED, 12 polegadas – IMENSO para um Netbook</li>
</ul>
<p>Os principais problemas que julguei foram:</p>
<ul>
<li>A opção pelo Vista Home Basic</li>
<li>O Chipset de vídeo (GMA 500) ainda não está maduro – dói que só rodar no Vista e, surpreendentemente, no Jaunty fica ainda pior. Felizmente, no Windows 7, ele funciona excelente</li>
<li>A parte externa do case brilha demais. Pode parecer mimimi, mas eu moro numa cidade quente e é fácil estragar a vista com gordura :)</li>
</ul>
<p>Qual o veredito atual? Bem, se quiser comprar, o preço para um novo esta ótimo e acho que muito nego que não sabe configurar um PC irá oferecê-lo em segunda-mão. Logo, compre um até Janeiro/Fevereiro, que acho que é quando irão melhorar os drivers e o suporte do Ubuntu Linux. </p>
<p>Grato. Faxineiro-mor deste weblog.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Guia de Sobrevivência da Graduação, Parte II: “Cobrando”</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 01:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[estudante profissional]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma continuação do guia iniciado <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/03/06/921/o-guia-de-sobrevivncia-da-graduao-parte-i-cobre-se.html">neste post</a>, aonde o nosso protagonista revela sua falha de análise e nos propõe um projeto conjunto.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma continuação do guia iniciado <a href="http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/03/06/921/o-guia-de-sobrevivncia-da-graduao-parte-i-cobre-se.html">neste post</a>, aonde o nosso protagonista revela sua falha de análise e nos propõe um projeto conjunto.</p>
<p>Bem, demorou. Um dos motivos foi que, a primeira vista, era tanta coisa que não compensava botar num post. Não é limitação do WordPress, mas é limitação do conceito de blogging como um todo.</p>
<p>Ok, parêntese: O intuito original deste post era fornecer mecanismos para balancear a relação quando da desarmonia. Técnicas de Análise e Resolução de Conflitos. Analisar, Documentar, e Compartilhar o conhecimento, entende?</p>
<p>Então, diante disso, resolvi criar um subprojeto-pessoal: Criei no <a href="http://www.leal.eng.br/wiki/">wiki do leal.eng.br</a> um Mini Guia. Este guia busca orientar soluções (ou melhor, &#8220;Padrão de Soluções&#8221; através de análise das forças/aspectos envolvidos e, principalmente, com um repositório de &#8220;Podrões de Projeto&#8221;).</p>
<p><a href="http://www.leal.eng.br/wiki/misc:gprf:start">Eis o endereço</a>. Prometo informá-los quando do andamento e informá-los sobre atualizações importantes &#8211; Mas nada impede que assinem o <a href="http://www.leal.eng.br/wiki/feed.php">feed do wiki</a>. </p>
<p><em>Ergo, Divirtam-se!</em></p>
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		<title>Post Obrigatório para Evitar Argumentos de Improdutividade</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 01:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas, projetos, e problemas]]></category>

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		<description><![CDATA[No Regrets. O Mundo Lá fora continua animal, mas&#8230; vamos fazer um breve sumário do que anda acontecendo: Perdi meu Desktop Windows 7 devido ao clima equatorial e as tempestades. Antes o mundo iria acabar, mas até que estou gostando de ficar sem um PC por uns tempos; Por outro lado, traí o movimento PC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Regrets. O Mundo Lá fora continua animal, mas&#8230; vamos fazer um breve sumário do que anda acontecendo:</p>
<ul>
<li>Perdi meu Desktop Windows 7 devido ao clima equatorial e as tempestades. Antes o mundo iria acabar, mas até que estou gostando de ficar sem um PC por uns tempos;</li>
<li>Por outro lado, traí o movimento PC, véio, e comprei um Mac Mini para Ensaiar. Ainda apanho extreme pra ele, mas ao menos consigo acentuar &#8211; Mal, diga-se;</li>
<li>Bem, também havia comprado um iPod Nano &#8211; que perdi, mas o Touch continua firme e forte;</li>
<li>Em breve &#8211; muito breve, faço 6 meses de academia. Nasce um corredor!</li>
<li>Continuo <a href="http://twitter.com/aldrinleal/">expressando todo o meu garbo e elegância em 140 caracteres</a>;</li>
<li>Descobri hoje que possuía 30 leitores de RSS! Que surpresa! Ainda assim, se você visita o site, prezado um dos meus outros 6 leitores, você pode conferir a barra a direita e pedir para assinar por e-mail;</li>
<li>Publiquei alguns <a href="http://youtube.com/user/aldrinleal1980/">demos no youtube</a> de coisas que andei ensaiando usando o varnish, <a href="http://dokuwiki.org/">dokuwiki</a>, <a href="http://wave.google.com/">google wave</a>, opensocial, e, principalmente, o WebSphere sMash / <a href="http://projectzero.org/">Project Zero</a>;</li>
<li>Em Novembro, irei assistir ao Faith No More junto com a Sra. Leal;</li>
<li>Continuo com o MBA. Opa, não falei dele? Pois, iniciei um. Momentos altamente <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=aprendiz+universit%C3%A1rio&amp;page=&amp;utm_source=opensearch">&#8220;O Aprendiz Universitário&#8221;</a>;</li>
<li>Falando nisso, a Sra. Leal já redigiu nosso contratinho de namoro (<a href="http://twitpic.com/h9mno">Página 1</a>, <a href="http://twitpic.com/h9m1v">Página 2</a>). Sugeri <a href="http://www.morroida.com.br/contrato-de-namoro">este</a>, mas foi prontamente rejeitado;</li>
</ul>
<p>Último mas não menos importante &#8211; Estou saindo da IBM. Foi uma parceria boa, mas home office me fez ficar &#8216;mimado&#8217; e meio desacostumado.</p>
<p>Espero que esta minha experiência de viver fora da zona de conforto nos permita novas empreitadas &#8211; incluindo mais código na veia! Rezem por mim, mesmo sabendo que minha vida não tem salvação &#8211; Atingirei o Nirvana e não irei voltar reencarnando em nada!</p>
<p>Grato.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Inseguran&#231;a e C&#243;digo-Fonte</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 10:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa apresentação da OSCON chamou a minha atenção. Eis o sumário do mesmo: A pervasive elitism hovers in the background of collaborative software development: everyone secretly wants to be seen as a genius. In this talk, we discuss how to avoid this trap and gracefully exchange personal ego for personal growth and super-charged collaboration. We’ll [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa <a href="http://en.oreilly.com/oscon2009/public/schedule/detail/7461">apresentação da OSCON</a> chamou a minha atenção. Eis o sumário do mesmo:</p>
<blockquote><p>A pervasive elitism hovers in the background of collaborative software development: everyone secretly wants to be seen as a genius. In this talk, we discuss how to avoid this trap and gracefully exchange personal ego for personal growth and super-charged collaboration. We’ll also examine how software tools affect social behaviors, and how to successfully manage the growth of new ideas.</p>
</blockquote>
<p>Moral da História: <em>Embrace Failure</em>. Haver-se-à retrabalhado, e evitar é impor-se um obstáculo.</p>
<p>Nunca havia pensado, mas é bastante recorrente no meio. E admito que parte da minha eterna capacidade de procrastinar deriva disso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aldrin Leal: Mini-Manual e Cuidados B&#225;sicos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 05:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexões sobre o que aprendi em relacionamentos. Eu vivo numa linha tênue entre o absurdo e o extremamente sério; Se você não aguentar o meu pior, talvez você não seja digna domeu melhor; Eu vou me preocupar com coisas e causas importantes, mas na mesma medida, esquecer de me cuidar; E faz bem tentar saber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reflexões sobre o que aprendi em relacionamentos.</em></p>
<ul>
<li>Eu vivo numa linha tênue entre o absurdo e o extremamente sério; </li>
<li>Se você não aguentar o meu pior, talvez você não seja digna domeu melhor; </li>
<li>Eu vou me preocupar com coisas e causas importantes, mas na mesma medida, esquecer de me cuidar; </li>
<li>E faz bem tentar saber como ando. Um “Como você está?” é importante, mas não vou mencionar; </li>
<li>Ao invés de criticar, um comentário construtivo é muito mais benvindo. E eu gosto muito de tudo que eu passei. Criticar o que gosto é um caminho arriscado; </li>
<li>Sim, irei importar-me com você. Um bocado; </li>
<li>Não quero saber de futilidades. Até tolero, mas se começar a virar o único tópico da conversa, vou perder o interesse; </li>
<li>Orkut? Tô cagando pra isso; </li>
<li>Conquiste meus pais; </li>
<li>Sou especialista em estragar surpresas; </li>
<li>Existem várias opções de como fazer errado, menos opções de fazer certo, e infinitas opções de não fazer. Mais importante que exceder, é não errar. Pense nisso; </li>
<li>Ansiedade me irrita. Sempre. Serenidade Sempre. </li>
<li>Ciúme é normal, mas não em excesso; </li>
<li>Eu sei que você toma cantadas. Não as esconda de mim. É melhor saber do que achar que você mente; </li>
<li>Sem obsessão. Vou querer dar sumiços. Mas bêbado, eu declaro meu amor facinho; </li>
<li>Minha serenidade me custou muito caro. Não a negocio por nada; </li>
<li>SMS e e-mail. Meu status está ocupado? Não é um bom momento; </li>
<li>Cumplicidade e meio, e não fim. Um relacionamento pra mim não é uma das minhas prioridades. Mas se ele viabilizar uma vida tranquila e em harmonia, ele ganha um enfoque maior. Mais importante que isso tudo, são os momentos que vivemos; </li>
<li>Evolução sempre. Estar apaixonada não é o fim da sua vida. Ambições e planos continuam, e o relacionamento deve servir de trampolim a isso, e não como uma muleta do dia-a-dia; </li>
<li>Eu vou sempre querer viver cada dia como se fosse o último. Isto se torna um ótimo argumento para ouvir e trocar elogios; </li>
<li>Aponte meus erros, e irei discutir e corrigi-los. Ouça quando identificar coisas que não me agradam; </li>
<li>Entenda que eu sou muito limitado e tome isso como premissa; </li>
<li>90% de como lidar comigo pode ser aprendido em livros de como educar crianças. Sou apenas um adulto que esqueceu de ficar sério, eu acho. :) </li>
<li>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica_da_reciprocidade">regra dourada</a> e as <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Nobres_Verdades">quatro nobres verdades</a> são muito bem seguidas aqui. Mas sobra espaço para <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nietzsche" target="_blank">Nietzsche</a> e a filosofia do martelo; </li>
<li>A coisa mais importante que aprendi nos últimos meses foi: <em>Aprenda a dizer o que espera dos outros</em>. Eu preciso ouvir o que esperam de mim, e agora vejo que foi um grande erro não ter dito de antemão o que esperava dos outros. A vida segue, porém; </li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Joselito for Dummies</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/06/14/939/joselito-for-dummies.html</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 02:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Um artigo didático para a Juventude]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><em>Um artigo didático para a Juventude</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="457" height="368"><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=189182&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true"><embed type="application/x-shockwave-flash" rel="lightbox" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=189182&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" wmode="transparent" width="457" height="368"></embed></param></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="457" height="368"><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=189202&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true"><embed type="application/x-shockwave-flash" rel="lightbox" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=189202&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" wmode="transparent" width="457" height="368"></embed></param></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="457" height="368"><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=189208&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true"><embed type="application/x-shockwave-flash" rel="lightbox" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=189208&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" wmode="transparent" width="457" height="368"></embed></param></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tudo o que sei sobre miss&#227;o, servir, punk rock e conspira&#231;&#227;o, por um Professor de Biologia do Ensino M&#233;dio</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/06/10/938/tudo-o-que-sei-sobre-misso-servir-punk-rock-e-conspirao-por-um-professor-de-biologia-do-ensino-mdio.html</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 20:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[lalala]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu ia escrever algo elaborado, mas… acho que já disse tudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Eu ia escrever algo elaborado, mas… acho que já disse tudo.</em></p>
<div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:b1e9a360-d601-496a-9834-0ebe7ed98d0d" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VIdgThhbNG8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;&amp;hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VIdgThhbNG8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355"></embed></object></div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Lalala Revolutions: Foo Fighters, &#8220;Break Out&#8221;</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/05/28/936/lalala-revolutions-foo-fighters-break-out.html</link>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 18:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[lalala]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais óbvio (não havia visto o vídeo), as referências a “My, Myself and Irene” são o charme do vídeo. Genial. You make me dizzy running circles in my head One of these days I&#8217;ll chase you down Well look who&#8217;s going crazy now We&#8217;re face to face my friend Better get out Better get [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais óbvio (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=BCxS0XE56nM" target="_blank">não havia visto o vídeo</a>), as referências a “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/My,_Myself_And_Irene" target="_blank">My, Myself and Irene</a>” são o charme do vídeo. Genial.</p>
<p><em>You make me dizzy running circles in my head     <br />One of these days I&#8217;ll chase you down      <br />Well look who&#8217;s going crazy now      <br />We&#8217;re face to face my friend      <br />Better get out      <br />Better get out      <br /></em></p>
<p><em>You know you make me break out     <br />Make me break out      <br />I don&#8217;t want to look like that      <br />I don&#8217;t want to look like that      <br /></em></p>
<p><em>You can see this on my face     <br />It&#8217;s all for you      <br />The more and more I take      <br />I break right through      <br />Therapy still scares me      <br />Putting me on my back again      <br /></em></p>
<p><em>I may be crazy, little frayed around the ends     <br />One of these days I&#8217;ll phase you out      <br />Burn it in the blast off      <br />Burn it in the blast off      <br />Watching me crawl away      <br /></em></p>
<p><em>Try to get out     <br />Try to get out      <br /></em></p>
<p><em>You know you make me break out     <br />Make me break out      <br />I don&#8217;t want to look like that      <br />I don&#8217;t want to look like that      <br />Yeah      <br /></em></p>
<p><em>Break out     <br />Break out      <br />Break out      <br />Break out      <br /></em></p>
<p><em>Go, go, go     <br />You know you make me break out      <br />Make me break out      <br />I don&#8217;t want to look like that      <br />I don&#8217;t want to look like that      </em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/05/28/936/lalala-revolutions-foo-fighters-break-out.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Project Zero (ou WebSphere sMash) &#8211; Porqu&#234;, pra qu&#234;, o que, quando, e como? (E o que que &#233; mesmo?)</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/05/20/931/project-zero-ou-websphere-smash-porqu-pra-qu-o-que-quando-e-como-e-o-que-que-mesmo.html</link>
		<comments>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/05/20/931/project-zero-ou-websphere-smash-porqu-pra-qu-o-que-quando-e-como-e-o-que-que-mesmo.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 11:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[domesticos]]></category>
		<category><![CDATA[estudante profissional]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas, projetos, e problemas]]></category>
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		<description><![CDATA[Um bate-bola rápido sobre o ProjectZero, o meu ambiente favorito pra desenvolvimento atualmente. A História da Web: Relembrar é Entender Acompanhar a Web envolve um pouco da própria natureza da tecnologia: Novas demandas, novos desafios, e a constante necessidade de manter tudo alinhado com o que já existia, oferecendo recursos que originalmente sequer foram imaginados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um bate-bola rápido sobre o ProjectZero, o meu ambiente favorito pra desenvolvimento atualmente.</em></p>
<h2>A História da Web: Relembrar é Entender</h2>
<p>Acompanhar a Web envolve um pouco da própria natureza da tecnologia: Novas demandas, novos desafios, e a constante necessidade de manter tudo alinhado com o que já existia, oferecendo recursos que originalmente sequer foram imaginados. Basicamente, as principais tecnologias que compõem a Web, entre 1990 a 2000, surgiram da necessidade de resolver os seguintes problemas:</p>
<table cellspacing="2" cellpadding="2" width="507" border="1">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="264">Problema / Necessidade</td>
<td valign="top" width="235">Solução</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Ambiente Hipermídia Cliente-Servidor</td>
<td valign="top" width="235">HTTP / HTML</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Controle de Acesso</td>
<td valign="top" width="235">Autenticação HTTP</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Preencher e Editar Campos, Interação com Bancos de Dados</td>
<td valign="top" width="235">Formulários HTML, CGI</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Gerência de Sessão</td>
<td valign="top" width="235">Cookies</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Segurança de Tráfego</td>
<td valign="top" width="235">SSL</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Conteúdo Rico</td>
<td valign="top" width="235">Applets Java, ActiveX, JavaScript</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Separação de Conteúdo e Apresentação</td>
<td valign="top" width="235">CSS</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="264">Integração entre Serviços</td>
<td valign="top" width="235">XMLRPC / SOAP</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Agora repare esta tabela com um olhar crítico: Dentro da visão original da Web, ela buscava apenas ser um repositório online de documentos, o que basicamente envolve HTTP e HTML. Ou seja, apenas o primeiro item da lista.</p>
<p>Todas estas necessidades transformaram a mesma em um ambiente dinâmico de troca de informações. Os documentos não eram mais arquivos em uma pasta: Tornaram-se registros complexos em grandes bancos de dados, constantemente acessados e modificados.</p>
<p>A solução Java, àquiela época, eram os Servlets, que buscavam apenas a geração de conteúdo dinâmico. Ela se situa no tempo um pouco depois do conteúdo rico na linha do tempo. Era uma solução adequada? Bem, não muito, mas o Java Server Pages, em 1998, ajudou a aliviar e torná-la mais agradável.</p>
<p>Mas acompanhando esta corrida, perceba que surgiram requisitos implícitos: Bancos de Dados, Logs, Gerência de Concorrência, Pooling de Recursos. Performance e Elegância.</p>
<h2>Complexidade</h2>
<p>Esta complexidade minou inicialmente o poder do Java. As soluções saiam, mas jamais dentro de padrões aceitáveis de performance. A Lei de Moore ajudou e hoje Java está entre as plataformas mais adequadas em termos de performance, e relação custo-benefício adequadas a maioria das corporações.</p>
<p>Perceba a ressalva acima: Corporações. Ela ainda estava – e ainda está – inacessível a maioria dos desenvolvedores. Desenvolver em casa e publicar na web uma aplicação Java envolve um pouco de esforço em achar soluções de hospedagem, devido a natureza do negócio de hospedagem.</p>
<p>Em paralelo, ambientes como Perl e PHP trouxeram uma outra visão: Ambientes Interpretados, leves, com valores diferentes do que o público-alvo do java buscava. Isto gerou uma impedância entre os ambientes que até hoje persiste: A maioria dos ambientes de hospedagem é capaz de rodar Perl e PHP, mas não Java. Isto criou uma cultura e uma divisão: Programadores PHP acham Java Complexo demais, e Programadores Java consideram PHP inadequado para fazer aplicações dentro das necessidades da sua empresa.</p>
<h2>AOP, IOC, DI e ORM: Abordando os Problemas sob outro Ponto de Vista</h2>
<p>Estamos em 2004. Nesta época, as soluções Java já estavam sendo questionadas quanto a sua capacidade de manterem-se adequadas aos requisitos modernos. O AOP criou um novo paradigma de programação, mas o conceito de Injeção de Dependências e Inversão de Controle, popularizados pelo Spring, e o de Mapeamento Objeto-Relational (Hibernate) mostraram que desenvolver em Java era possível – apenas não estavam sendo feito de uma forma efetiva.</p>
<p>Em paralelo, o Struts tornava-se norma, enquanto buscava-se ao JSF a agilidade e leveza que o ASP.NET trazia.</p>
<h2>Ruby on Rails – Uma Nova Abordagem (e Valores)</h2>
<p>O Ruby on Rails é um divisor de águas: Com um novo jogo de valores (YAGNI, DRI), ele buscou a simplicidade e jogou outro requisito na roda: Interatividade. Muitos (bons) programadores Java, Perl, Python e PHP foram para o Ruby on Rails.</p>
<h2>Web 2.0</h2>
<p>Em paralelo, cunhou-se o termo “Web 2.0”. Redes, Ajax, Mashups. Novos requisitos na roda.</p>
<h2>Recomeçando</h2>
<p>Neste ponto, haviam 3 grandes problemas:</p>
<ul>
<li>Haviam basicamente 2 tribos de desenvolvedores Web: Os programadores de Scripting (PHP/Perl/Python), com ambientes interpretados, dinâmicos e leves, e os programadores Java, compilados e exigindo mais memória;</li>
<li>As soluções interpretadas forneciam aplicações com grande demanda (CMS), enquanto as Java eram orientadas ao ambiente enterprise. Porém, isso não impedia que soluções de CMS open source fossem viáveis para corporações, mas o temor natural de integrar uma aplicação PHP com uma base de dados manipulada por uma aplicação Java inibia a sua adoção, resultando em vários CMS Java de uso interno – causando diariamente a reinvenção da roda nas empresas;</li>
<li>Haviam outras maneiras de se fazer as coisas, e mais atrativas que em Java;</li>
</ul>
<p>No ambiente Java, criou-se um claro conflito de valores: Como produzir mais e ao mesmo tempo, integrar com o que eu tenho?</p>
<p>Esta proposta foi a premissa para a IBM inaugurar o Project Zero.</p>
<h2>O Conceito:</h2>
<p>O Project Zero busca trazer leveza, reuso, simplicidade e agilidade para o desenvolvimento web. As seguintes premissas foram adotadas:</p>
<ul>
<li>O Java permite o uso de linguagens Interpretadas;</li>
<li>O Ambiente Servlet/JSP é complexo, e isto causa problemas;</li>
<li>O conceito dos Archives J2EE &#8211; EAR, WAR, RAR não provê a reusabilidade necessária para as aplicações, trazendo retrabalho;</li>
<li>O ambiente deve ser flexível, permitindo que vários meios sejam usados para desenvolver um website;</li>
<li>O Open Source é uma realidade, e não pode ser ignorado;</li>
</ul>
<p>Desta forma, a proposta do Zero procura englobar estes fatores em uma solução onde:</p>
<ul>
<li>O open source seja uma realidade, e que a equipe interaja com a comunidade buscando uma solução não apenas com massa crítica, mas focada em um objetivo comum;</li>
<li>Linguagens como Groovy e PHP possam integrar-se com o Java;</li>
<li>O reuso de aplicações Web seja uma coisa possível</li>
<li>O desenvolvimento pode ser feito a partir de um runtime pequeno (2MB), podendo ser feito pela linha de comando, IDE (Eclipse), ou até pelo Browser (AppBuilder);</li>
<li>As abstrações de acesso a dados (arquivos locais e remotos, e-mail, e Web) sejam vistos como recursos REST, abstraindo a complexidade de uma forma homogênea</li>
</ul>
<p>O Zero possui um <a href="http://projectzero.org/" target="_blank">website</a>, com <a href="http://www.projectzero.org/blog/" target="_blank">blog</a>, <a href="http://www.projectzero.org/forum" target="_blank">forum</a>, <a href="http://www.projectzero.org/bugzilla/" target="_blank">issue tracking</a>, <a href="http://www.projectzero.org/wiki/bin/view/Development" target="_blank">área de desenvolvimento</a>, <a href="http://www.projectzero.org/download/" target="_blank">downloads</a> e <a href="http://www.projectzero.org/documentation/" target="_blank">documentação</a>. Tudo rodando no runtime do Zero, e mantido pela equipe do Zero. </p>
<h2>Aplicações:</h2>
<p>O meu tcc foi feito no Zero. Ambora me arrependa de ter tido uma abordagem mais monolítica (evitando o PHP e Groovy), comparar a sua performance (Spring + Hibernate) contra um servidor J2EE equivalente demonstrou uma performance superior. Lembra quando falei de um runtime leve? Pois então.</p>
<p>Outro ponto forte é integração: Vamos supor que você possui na intranet um portal <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mediawiki" target="_blank">MediaWiki</a>, e gostaria de integrar a sua autenticação com algum sistema proprietário da empresa. Ou o seu blog (em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wordpress" target="_blank">WordPress</a>) necessita de alguma integração com o seu CMS Java? Pois – mesmo sendo PHP, o Zero integra com eles de uma forma genial.</p>
<h2>E o sMash? </h2>
<p>Ah sim, o sMash é a versão comercial do Zero, e é disponível pela IBM. Mas a mesma é baseada no Zero e na sua comunidade.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Então fica o convite: Veja os links acima e julgue se a Web não precisa de um curto-circuito. :)</p>
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		<title>Duas Observa&#231;&#245;es sobre Felina, Sexo, Notici&#225;rio, Pesquisas, Felicidade e Autonomia</title>
		<link>http://www.leal.eng.br/mnemetica/2009/05/20/930/duas-observaes-sobre-felina-sexo-noticirio-pesquisas-felicidade-e-autonomia.html</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 09:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldrin Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimento pra mente]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[notas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[pax brasiliana]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo este post, lembrei-me de 2 detalhes. Antes, uma citação: “Notícia é o Blog da Felina ter atingido 2,7 milhões de acessos em pouco mais de um mês, um número extraordinário considerando-se o tempo em atividade e as condições do veículo (um blog no Blogspot/Blogger). Sobre isso, ninguém ousou noticiar.” Primeiro Aspecto: Infelizmente esqueci a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo <a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/sexo-mentiras-e-fakecams">este post</a>, lembrei-me de 2 detalhes. Antes, uma citação:</p>
<blockquote><p>“Notícia é o Blog da Felina ter atingido 2,7 milhões de acessos em pouco mais de um mês, um número extraordinário considerando-se o tempo em atividade e as condições do veículo (um blog no Blogspot/Blogger). Sobre isso, ninguém ousou noticiar.”</p>
</blockquote>
<h1>Primeiro Aspecto:</h1>
<p>Infelizmente esqueci a fonte, mas tem um fenômeno interessante: Países Ricos costumam chamar manchete com escândalos financeiros/políticos, enquanto países pobres fazem manchete usando a sexualidade dos outros.</p>
<p>Ok, permita-me citar um exemplo: Inglaterra.</p>
<ul>
<li>Michael Martin, parlamentar britânico, renunciou diante de um escândalo sobre reembolso de despesas do Parlamento Inglês; </li>
<li>Por outro lado, quando o noticiário relatou uma orgia Sado-Masoquista com Temática Nazista de Max Mosley com Cinco “Profissionais do Sexo”, o caso parou na justiça: O ponto todo do julgamento – cujo veredito foi inocente – foi sobre existência ou não da temática Nazista; </li>
</ul>
<p>Sobre este último, um parêntese: O que complicava <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Max_Mosley" target="_blank">Max Mosley</a> foi ser filho de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oswald_Mosley" target="_blank">Oswald Mosley</a>, notório Líder do da British União Britânica de Fascistas, cujo segundo casamento chegou a ter a presença de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adolf_Hitler" target="_blank">Adolf Hitler</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_Goebbels" target="_blank">Joseph Goebbels</a>.</p>
<p>Compare isso com o Brasil e temos um parâmetro saudável. Compare o noticiário das Celebridades (Suzana Vieira, Ronaldo, e Felina, pra começar). Compare com Protógenes, Daniel Dantas, MST, Senado, Petrobrás.</p>
<p>Isso reflete a “formação crítica” que tivemos, certo? <em>Educação Moral e Cívica Pura, na veia. </em></p>
<h1>Segundo Aspecto:</h1>
<p>Meses atrás, saiu publicado uma pesquisa interessante: Classes A e B pensam diferente das C e D. Como assim? Para as classes A e B, é inadmissível o governo oferecer auxlílio a empresas em dificuldades financeiras. Enquanto as C e D julgam obrigação do governo auxiliar. </p>
<p>Ou seja: A imagem do governo como a viúva rica e dos bolsos fundos persiste na imaginação do povão. Isso talvez explique a idéia de que política, corrupção e clientelismo não atraiam massa crítica.</p>
<h1>Por outro lado</h1>
<p>Por outro lado, é um pouco da nossa mentalidade latino-americana. Perdoem-me os católicos anônimos &#8211; serei um pouco iconoclasta agora, mas apenas roubei a licença poética pra demonstrar algo que eu poderia ouvir numa conversa roubada por aí:</p>
<p><em>Nasci pecador e não sou dono da minha vida – tudo o que tenho é graças a deus, obrigado a viver uma vida de sofrimento. Ver a desgraça alheia dá ibope e alivia meus problemas – </em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Schadenfreude" target="_blank"><em>Schadenfreude</em></a> da boa<em>. Responsabilizar-se pela minha felicidade é mais complicado, enquanto eu puder jogar a culpa dos meus fracassos nos outros.</em></p>
<p>Apenas teorias, é claro. Infelizmente, não estou com um bom crédito no Google, então imaginem que as citações são verídicas – eis que são – infelizmente eu preciso começar a vincular melhor os fatos com as fontes.</p>
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