Tudo o que sei sobre missão, servir, punk rock e conspiração, por um Professor de Biologia do Ensino Médio

junho 10th, 2009

Eu ia escrever algo elaborado, mas… acho que já disse tudo.

Novos Sabores: Bacon!

maio 31st, 2009

Se você lê o mnemetica, adicionamos um novo sabor: Bacon.

(Ok, não pude resistir a piada, hehe)

Lalala Revolutions: Foo Fighters, “Break Out”

maio 28th, 2009

Por mais óbvio (não havia visto o vídeo), as referências a “My, Myself and Irene” são o charme do vídeo. Genial.

You make me dizzy running circles in my head
One of these days I’ll chase you down
Well look who’s going crazy now
We’re face to face my friend
Better get out
Better get out

You know you make me break out
Make me break out
I don’t want to look like that
I don’t want to look like that

You can see this on my face
It’s all for you
The more and more I take
I break right through
Therapy still scares me
Putting me on my back again

I may be crazy, little frayed around the ends
One of these days I’ll phase you out
Burn it in the blast off
Burn it in the blast off
Watching me crawl away

Try to get out
Try to get out

You know you make me break out
Make me break out
I don’t want to look like that
I don’t want to look like that
Yeah

Break out
Break out
Break out
Break out

Go, go, go
You know you make me break out
Make me break out
I don’t want to look like that
I don’t want to look like that

Project Zero (ou WebSphere sMash) – Porquê, pra quê, o que, quando, e como? (E o que que é mesmo?)

maio 20th, 2009

Um bate-bola rápido sobre o ProjectZero, o meu ambiente favorito pra desenvolvimento atualmente.

A História da Web: Relembrar é Entender

Acompanhar a Web envolve um pouco da própria natureza da tecnologia: Novas demandas, novos desafios, e a constante necessidade de manter tudo alinhado com o que já existia, oferecendo recursos que originalmente sequer foram imaginados. Basicamente, as principais tecnologias que compõem a Web, entre 1990 a 2000, surgiram da necessidade de resolver os seguintes problemas:

Problema / Necessidade Solução
Ambiente Hipermídia Cliente-Servidor HTTP / HTML
Controle de Acesso Autenticação HTTP
Preencher e Editar Campos, Interação com Bancos de Dados Formulários HTML, CGI
Gerência de Sessão Cookies
Segurança de Tráfego SSL
Conteúdo Rico Applets Java, ActiveX, JavaScript
Separação de Conteúdo e Apresentação CSS
Integração entre Serviços XMLRPC / SOAP

Agora repare esta tabela com um olhar crítico: Dentro da visão original da Web, ela buscava apenas ser um repositório online de documentos, o que basicamente envolve HTTP e HTML. Ou seja, apenas o primeiro item da lista.

Todas estas necessidades transformaram a mesma em um ambiente dinâmico de troca de informações. Os documentos não eram mais arquivos em uma pasta: Tornaram-se registros complexos em grandes bancos de dados, constantemente acessados e modificados.

A solução Java, àquiela época, eram os Servlets, que buscavam apenas a geração de conteúdo dinâmico. Ela se situa no tempo um pouco depois do conteúdo rico na linha do tempo. Era uma solução adequada? Bem, não muito, mas o Java Server Pages, em 1998, ajudou a aliviar e torná-la mais agradável.

Mas acompanhando esta corrida, perceba que surgiram requisitos implícitos: Bancos de Dados, Logs, Gerência de Concorrência, Pooling de Recursos. Performance e Elegância.

Complexidade

Esta complexidade minou inicialmente o poder do Java. As soluções saiam, mas jamais dentro de padrões aceitáveis de performance. A Lei de Moore ajudou e hoje Java está entre as plataformas mais adequadas em termos de performance, e relação custo-benefício adequadas a maioria das corporações.

Perceba a ressalva acima: Corporações. Ela ainda estava – e ainda está – inacessível a maioria dos desenvolvedores. Desenvolver em casa e publicar na web uma aplicação Java envolve um pouco de esforço em achar soluções de hospedagem, devido a natureza do negócio de hospedagem.

Em paralelo, ambientes como Perl e PHP trouxeram uma outra visão: Ambientes Interpretados, leves, com valores diferentes do que o público-alvo do java buscava. Isto gerou uma impedância entre os ambientes que até hoje persiste: A maioria dos ambientes de hospedagem é capaz de rodar Perl e PHP, mas não Java. Isto criou uma cultura e uma divisão: Programadores PHP acham Java Complexo demais, e Programadores Java consideram PHP inadequado para fazer aplicações dentro das necessidades da sua empresa.

AOP, IOC, DI e ORM: Abordando os Problemas sob outro Ponto de Vista

Estamos em 2004. Nesta época, as soluções Java já estavam sendo questionadas quanto a sua capacidade de manterem-se adequadas aos requisitos modernos. O AOP criou um novo paradigma de programação, mas o conceito de Injeção de Dependências e Inversão de Controle, popularizados pelo Spring, e o de Mapeamento Objeto-Relational (Hibernate) mostraram que desenvolver em Java era possível – apenas não estavam sendo feito de uma forma efetiva.

Em paralelo, o Struts tornava-se norma, enquanto buscava-se ao JSF a agilidade e leveza que o ASP.NET trazia.

Ruby on Rails – Uma Nova Abordagem (e Valores)

O Ruby on Rails é um divisor de águas: Com um novo jogo de valores (YAGNI, DRI), ele buscou a simplicidade e jogou outro requisito na roda: Interatividade. Muitos (bons) programadores Java, Perl, Python e PHP foram para o Ruby on Rails.

Web 2.0

Em paralelo, cunhou-se o termo “Web 2.0”. Redes, Ajax, Mashups. Novos requisitos na roda.

Recomeçando

Neste ponto, haviam 3 grandes problemas:

  • Haviam basicamente 2 tribos de desenvolvedores Web: Os programadores de Scripting (PHP/Perl/Python), com ambientes interpretados, dinâmicos e leves, e os programadores Java, compilados e exigindo mais memória;
  • As soluções interpretadas forneciam aplicações com grande demanda (CMS), enquanto as Java eram orientadas ao ambiente enterprise. Porém, isso não impedia que soluções de CMS open source fossem viáveis para corporações, mas o temor natural de integrar uma aplicação PHP com uma base de dados manipulada por uma aplicação Java inibia a sua adoção, resultando em vários CMS Java de uso interno – causando diariamente a reinvenção da roda nas empresas;
  • Haviam outras maneiras de se fazer as coisas, e mais atrativas que em Java;

No ambiente Java, criou-se um claro conflito de valores: Como produzir mais e ao mesmo tempo, integrar com o que eu tenho?

Esta proposta foi a premissa para a IBM inaugurar o Project Zero.

O Conceito:

O Project Zero busca trazer leveza, reuso, simplicidade e agilidade para o desenvolvimento web. As seguintes premissas foram adotadas:

  • O Java permite o uso de linguagens Interpretadas;
  • O Ambiente Servlet/JSP é complexo, e isto causa problemas;
  • O conceito dos Archives J2EE – EAR, WAR, RAR não provê a reusabilidade necessária para as aplicações, trazendo retrabalho;
  • O ambiente deve ser flexível, permitindo que vários meios sejam usados para desenvolver um website;
  • O Open Source é uma realidade, e não pode ser ignorado;

Desta forma, a proposta do Zero procura englobar estes fatores em uma solução onde:

  • O open source seja uma realidade, e que a equipe interaja com a comunidade buscando uma solução não apenas com massa crítica, mas focada em um objetivo comum;
  • Linguagens como Groovy e PHP possam integrar-se com o Java;
  • O reuso de aplicações Web seja uma coisa possível
  • O desenvolvimento pode ser feito a partir de um runtime pequeno (2MB), podendo ser feito pela linha de comando, IDE (Eclipse), ou até pelo Browser (AppBuilder);
  • As abstrações de acesso a dados (arquivos locais e remotos, e-mail, e Web) sejam vistos como recursos REST, abstraindo a complexidade de uma forma homogênea

O Zero possui um website, com blog, forum, issue tracking, área de desenvolvimento, downloads e documentação. Tudo rodando no runtime do Zero, e mantido pela equipe do Zero.

Aplicações:

O meu tcc foi feito no Zero. Ambora me arrependa de ter tido uma abordagem mais monolítica (evitando o PHP e Groovy), comparar a sua performance (Spring + Hibernate) contra um servidor J2EE equivalente demonstrou uma performance superior. Lembra quando falei de um runtime leve? Pois então.

Outro ponto forte é integração: Vamos supor que você possui na intranet um portal MediaWiki, e gostaria de integrar a sua autenticação com algum sistema proprietário da empresa. Ou o seu blog (em WordPress) necessita de alguma integração com o seu CMS Java? Pois – mesmo sendo PHP, o Zero integra com eles de uma forma genial.

E o sMash?

Ah sim, o sMash é a versão comercial do Zero, e é disponível pela IBM. Mas a mesma é baseada no Zero e na sua comunidade.

Concluindo

Então fica o convite: Veja os links acima e julgue se a Web não precisa de um curto-circuito. :)

Duas Observações sobre Felina, Sexo, Noticiário, Pesquisas, Felicidade e Autonomia

maio 20th, 2009

Lendo este post, lembrei-me de 2 detalhes. Antes, uma citação:

“Notícia é o Blog da Felina ter atingido 2,7 milhões de acessos em pouco mais de um mês, um número extraordinário considerando-se o tempo em atividade e as condições do veículo (um blog no Blogspot/Blogger). Sobre isso, ninguém ousou noticiar.”

Primeiro Aspecto:

Infelizmente esqueci a fonte, mas tem um fenômeno interessante: Países Ricos costumam chamar manchete com escândalos financeiros/políticos, enquanto países pobres fazem manchete usando a sexualidade dos outros.

Ok, permita-me citar um exemplo: Inglaterra.

  • Michael Martin, parlamentar britânico, renunciou diante de um escândalo sobre reembolso de despesas do Parlamento Inglês;
  • Por outro lado, quando o noticiário relatou uma orgia Sado-Masoquista com Temática Nazista de Max Mosley com Cinco “Profissionais do Sexo”, o caso parou na justiça: O ponto todo do julgamento – cujo veredito foi inocente – foi sobre existência ou não da temática Nazista;

Sobre este último, um parêntese: O que complicava Max Mosley foi ser filho de Oswald Mosley, notório Líder do da British União Britânica de Fascistas, cujo segundo casamento chegou a ter a presença de Adolf Hitler e Joseph Goebbels.

Compare isso com o Brasil e temos um parâmetro saudável. Compare o noticiário das Celebridades (Suzana Vieira, Ronaldo, e Felina, pra começar). Compare com Protógenes, Daniel Dantas, MST, Senado, Petrobrás.

Isso reflete a “formação crítica” que tivemos, certo? Educação Moral e Cívica Pura, na veia.

Segundo Aspecto:

Meses atrás, saiu publicado uma pesquisa interessante: Classes A e B pensam diferente das C e D. Como assim? Para as classes A e B, é inadmissível o governo oferecer auxlílio a empresas em dificuldades financeiras. Enquanto as C e D julgam obrigação do governo auxiliar.

Ou seja: A imagem do governo como a viúva rica e dos bolsos fundos persiste na imaginação do povão. Isso talvez explique a idéia de que política, corrupção e clientelismo não atraiam massa crítica.

Por outro lado

Por outro lado, é um pouco da nossa mentalidade latino-americana. Perdoem-me os católicos anônimos – serei um pouco iconoclasta agora, mas apenas roubei a licença poética pra demonstrar algo que eu poderia ouvir numa conversa roubada por aí:

Nasci pecador e não sou dono da minha vida – tudo o que tenho é graças a deus, obrigado a viver uma vida de sofrimento. Ver a desgraça alheia dá ibope e alivia meus problemas – Schadenfreude da boa. Responsabilizar-se pela minha felicidade é mais complicado, enquanto eu puder jogar a culpa dos meus fracassos nos outros.

Apenas teorias, é claro. Infelizmente, não estou com um bom crédito no Google, então imaginem que as citações são verídicas – eis que são – infelizmente eu preciso começar a vincular melhor os fatos com as fontes.

Projeto Atual: Laboratosco

maio 4th, 2009

Benvindoaê!

“-Quando Tralha é Coisa Séria!”

Nesta virada do ano, arrumobservando o meu quarto, percebi que o espaço classificava-se da seguinte maneira (classificado por importância):

  • Livros e Revistas;
  • CDs e DVDs;
  • Cabos Antigos e Aparelhos Eletrônicos Sem Uso;
  • Computadores;
  • O mega-traste que vos fala;

Como destes, o último item, embora pouco importante, era apenas a razão do quarto existir, e dada a velocidade com que o espaço começava a ser tomado, decidi fazer uma organização. CDs e DVDs estão sendo ripados, e pro 2o semestre fecho um Home Server/Media Center e alguns livros serão doados (caso você tenha algum leve interesse, confira isso e aquilo).

Moral da História: O traste fica, apesar dos protestos da vizinhança.

Mas a questão das revistas bateu em alguns aspectos sentimentais:

  • Quadrinhos de Valor Sentimental: Vertigo Brasileira e os Episódios da Morte e Ressureição do Super-Homem;
  • Coleções
  • Periódicos (que irão pro saco! Eu juro);
  • Outras, aonde um artigo ou outro se salva, serão scaneadas e mantidas – prometo escrever sobre isso quando fechar a solução, mas já dei início a este processo;
  • Outras revistas tem mais de 30 anos… err…

Abre Parêntese – Eu ainda não cheguei aos 30, mas ver revistas de 1978 ensinando a fazer tele-jogo me colocaram em um dilema imenso: Eu não sabia eletrônica, mas durante anos, sempre assinei e comprei revistas e livros sobre eletrônica. Como lidar com isso? Fecha Parêntese.

Em paralelo, outras constatações: Estava me formando, queria dar menos atenção a programação – Calma, é apenas uma licença sabática! – , e queria ter novas perspectivas sobre a vida. Novos passatempos, mas ainda mantendo a natureza doméstica que rege a minha vida.

A partir daí, surgiu o plano.

O Plano

O Plano era simples: Montar um Laboratório de Eletrônica e efetivamente aprender Eletrônica Básica, Digital e Microcontroladores. Estabelecer um hobby, ganhar o domínio e a prática para ler os artigos, compreender, e enfim, dar cabo na minha coleção das Revistas da Editora Saber. Um processo para tomar os próximos 2 anos, divertir-me e ganhar o conhecimento.

Existe uma infinidade de fatores que impediram isso de iniciar-se antes. Fatorei tudo e resolvi utilizar uma abordagem semi-autodidata para conduzir o meu próprio aprendizado. Motivar-me, de acordo com as minhas próprias premissas. E, principalmente, montar uma caixa de ferramentas de deixar os outros com inveja. :)

Power!!!!

 

E como você costuma ler neste blog, ter um projeto bem definido e exemplar :)

Semi-Autodidata?

É. Deixa eu explicar: Ser autodidata é muito valorizado pelas pessoas. Porém tem um grandissíssimo problema: Diante de fatos incompreendidos, você define que uma maneira é a única que funciona, muitas vezes sem sequer de fato compreender os aspectos que envolvem a sua percepção.

Falta. Método.

Isto te torna hábil, mas também te torna burro. Muito burro. E foi por este motivo – não prender-me a miopia do auto-aprendizado –, que me graduei em computação mesmo já possuindo experiência no mercado de trabalho. Resolvi aplicar esta visão a um hobby.

Logo, é necessário método: Experimentar sim, porém diante do obstáculo, discutir e compreender a questão, de forma iterativa.

Parte do Plano envolveu eleger “Tutores” – Pessoas com Experiência Vasta nos Assuntos, para orientar-me e ouvir meus relatos. Até agora, tem rendido muito bem.

Porque mencionei o Aprendizado de Programação? Bem, o Aprendizado de Programação, sem método, cria um rendimento baixo – é necessário você ter persistência e, principalmente, compreender abstração. Mas de qualquer forma, não obter o resultado desejado envolve um pouco da preguiça mental de não compreender o obstáculo diante de você. É o clássico “Maldito compilador! Agora este erro!” – Muitas vezes sem ler e buscar compreendê-la.

E o que você fez?

Estabelecendo Premissas:

  • Safety First – Comecei comprando equipamentos e lendo orientações de segurança. Isto rendeu-me uma ida ao IT Center;
  • Ferramentas são para o que o homem não domina com as mãos: Sempre que encontrava alguma dificuldade, recorria ao google para descobrir como os outros resolviam. Isto gerou algumas descobertas sobre ferramentas úteis, como as “Terceira Mão”, muito úteis para soldagem de placa, ou descascadores de fio (tentei aqueles da Western – São bons, mas tendem a quebrar fácil. A coisa terminou no da SparkfunÉ Campeão!). E pinças e alicates;
  • Dicas, Dicas, Dicas: Utilizei o Instructables como uma referência. Ótimas idéias, e uma comunidade ativa na área de eletrônica. Fazer não basta. É preciso saber fazer uma forma melhor de fazer;

A partir daí, a coisa centrou-se ao redor de coletar, informar, e registrar:

  • Plataformas: Na verdade, há cinco anos eu já possuia uma uma placa de desenvolvimento PIC. Decidi mantê-los, mas com menos enfoque, e direcionar-me para Arduino, dada a comunidade;
  • Componentes: Tem a Tip, no Reduto. É boa, mas me deslocar pro comercio em horário comercial é uma tormenta. Fico em casa: Tentei algumas lojas online. A minha favorita absoluta chama-se Soldafria. O atendimento é ótimo, a navegabilidade é boa, e a variedade e preços são excelentes. Para outros casos extremos, recorri a Sparkfun e ao MercadoLivre;
  • Circuitos: Ainda não achei projetos que me inspirassem. Por hora, estou rascunhando alguns e aprendendo sobre as partes envolvidas;
  • Sites: Sim, algum. Ainda não tomei coragem para postar em algum fódum – Prometo repensar sobre isso. De qualquer forma, meu caderno de notas continua a mil;

Aonde ficamos?

Basicamente já montei alguns circuitos básicos com Arduino. O foco agora é em montar circuitos, e não em programá-los. Logo, minha experiência com o Eagle, Arduino IDE, WinAVR, Processing e MPLAB fica para outro momento. Por hora, é soldagem e construção de placas parece ser o próximo estágio. Porém, compreenda que o enfoque – macro – é aprender todas as áreas e buscar-me nelas.

Preciso fazer um curso intensivo de solda. Ainda não decidi, mas o curso do Francisco, do Kit8051, me parece bom. E tem o CuriousInventor.com tem um site útil sobre o assunto.

Lembra dos aparelhos eletrônicos acima? Estou desmontando e me livrando do que não me interessa de componentes. O resto vai pra caixa de componentes, serelepemente. :)

Agora eu consigo olhar para um esquema envolvendo microcontroladores e compreender o significado – Reconhecer o padrão. Aplicá-lo ainda está um pouco tortuoso, mas eu provavelmente irei trabalhar isso em breve.

Bem, o futuro parece claro: Montar mais circuitos, ganhar esta confiança, entender os principais circuitos envolvidos, e começar a envolver-me em outros projetos. Ah, sim: Desmontar mais circuitos, hehe.

Caso você esteja curioso, confira a minha galeria de fotos do lab no Gallery2. Caso deseje discutir e até oferecer-se como tutor em alguns projetos, fale com o nosso Serviço de Atendimento ao Cu-rioso.

Grato.

Posts Atrasandinhos, Parte I: Kraftwerk e DSC W-110

abril 7th, 2009

Resumo da Ópera: Precisei tirar umas duas semanas em Campinas, a trabalho. Quando soube, imediatamente comprei ingressos pro Just a Fest. Fiz fotos e subi coisinhas pro Youtube. Como alguns de vocês devem ter notado, eu c*guei para Radiohead. Fui ver Kraftwerk enquanto ainda havia algum membro original.

Sobre as fotos: É ruim ser tampinha, por isso peço desculpas caso algum de vocês peguem piolhos nas fotos. Eu realmente passei da conta, e admito.

Sobre o show: Foi ótimo! Mágico! Ainda estou em êxtase.

Sobre a câmera:

A câmera tem uma história curiosa. Dado ao meu minimalismo (culpa do Kraftwerk!), optei por não levá-la. Porém, diante da situação, e dado o contexto, acabei comprando uma na Santa Ifigênia, um dia antes do show (bati algumas fotos de teste, com o resultado das compras – ainda preciso registrar os resultados do meu projeto pessoal atual, intitulado “Laboratosco”). É uma boa point-and-shoot (Sony Cyber-Shot DSC W-110), e complementa a A590IS atual (que com o CHDK vira uma senhora câmera semi-profissional).

No final, ficou em R$ 370 (as custas de um dead pixel – nunca gostei tanto de um dead pixel) enquanto a mesma apareceu em pesquisas entre 380 a 699 reais. Gostei bastante dos resultados das fotos, o que me fez sinceramente achar que fiz um bom negócio – a exceção do software. É incrível, mas não achei o mesmo fator “uau” de integração que eu tenho quando carrego as fotos da Canon.

Ratinhos no Subway, ou em Belem mesmo?

abril 7th, 2009

Lendo este post, achei bacana a proposta. Aliás, lembrei-me de colaborar com mais alguns detalhes pertinentes. Bamos lá:

1) Jornalista tem tara por Multinacional. Porque ela não fala de alguma barraca de cachorro-quente – elas deixaram de existir na doca? Se morasse em Nazaré, falaria do McDonalds. Logo, ser Jornalista depõe contra a credibilidade da fonte;

2) Ah, recebeu pelo meio mais fidedigno de reprodução de notícias, o e-mail. Que maravilha. Curiosamente, a supracitada só possui três hits no Google.

3) Aliás, a dona citada realmente foi lá mexer nos sacos pretos de lixo? Alguém testemunha a favor?

4) O fato é que Belém tem QUATRO RATOS POR HABITANTE. É uma estatística antiga (e provavelmente defasada). Eu já batizei a minha cota: Topo Gigio, Mickey, Super Mouse e Microsoft Basic Mouse.

5) Ah, o blog é de um médico reclamando do descaso da saúde. Engraçado, vi citações ao Nassif (“mão peluda”), mas nada contra nossa desgovernadora. O petralhômetro daqui só acendeu a luz.

(Des)informação no dos outros é refresco, certo?

O Guia de Sobrevivência da Graduação, Parte I: “Cobre-se”

março 6th, 2009

Quis paget entrat (Quem paga, entra), já dizia (acho – preciso conferir) o lema da minha faculdade.

Mas entrar é só o começo da equação, sendo necessário sair para que a graduação seja efetiva. Agora que existem testemunhas suficientes para comprovar que eu fui dispensado da minha, posso começar a falar algumas coisinhas que aprendi, e que julgo importante compartilhar, com o mínimo conhecimento de causa.

Uma universidade, como toda instituição, é sistêmica, possuindo inúmeros participantes interagindo entre si. Em termos imediatos, porém, a relação aluno e professor é, sem dúvida, a mais importante, pois é a partir dela que se justifica o prédio, o cafezinho, e até o alívio quando passa aquela baby deliciosa pelos corredores. Sua vida funciona em função disso e, mesmo que você não ache importante, é preciso garantir a sobrevivência no meio.

Metade desta responsabilidade encontra-se na mão do estudante. Ou mais da metade, se considerarmos que a relação entre aluno e professor é desproporcional (apesar que ela tenda a igualar-se durante o curso, devido a evasão – escolar e de aulas individuais): Portanto, é imprescindível começar pela massa crítica. Os próximos posts irão focar-se nos outros aspectos desta relação.

O que faz um bom aluno?

Alvin Lucier, um amigo meu, formou-se e permitiu citar algumas características que o mesmo julga fundamental para definir um bom aluno. O mesmo dedicou-se algum tempo para, junto comigo, enumerá-las. Uma boa fonte da nossa discussão foi este link. Agradeçam a ele por este post.

Um bom aluno (como ele – eu estou no extremo do mau exemplo) mantém uma boa relação com os professores, colegas, e funcionários. Com os professores, o aluno deve demonstrar-se motivado. Professores gostam – e alguns precisam perceber – a motivação e o empenho de um aluno. E a melhor maneira de transmitir é através de atitudes.

O que transmitir e quais atitudes?

Alunos que agradam:

  • Comparecem: Isto denota atenção, respeito ao trabalho do professor. Chegam na hora, explicam suas eventuais faltas (com motivos plausíveis, por favor), e mantém-se atualizados com o andamento da disciplina (matéria, tarefas e exames). E, acima de tudo, assumem responsabilidade pelos os seus atos;
  • Aproveitam Oportunidades: Cursos de Extensão, Eventos (como Seminários, Palestras), Estágios, Monitoria são coisas que permitem aos outros enxergá-los sobre um olhar mais simpático. Mas se você só buscar fazer os exercícios e buscar resolver desafios já está de bom tamanho, acredite;
  • Demonstram Atenção: Fazem perguntas, ouvem, não se perdem durante a aula conversando ou saindo. Respondem perguntas do professor. Isto ajuda a quebrar o gelo e tornar a aula mais interativa;
  • Estão Informados: Informação é Responsabilidade. Logo, se o aluno busca estar esclarecido com as suas notas, com a sua frequência, com o calendário de provas, e, principalmente, com a ementa do curso, isto se torna um claro sinal de que o mesmo está envolvido com a disciplina. Mas sempre é bom conversar com o professor, pelo menos alguma vez, como forma de estabelecer uma relação casual;
  • Dedicam-se: Os trabalhos buscam ser bem feitos. E efetivamente alocam tempo para a sua execução.

Concluindo

Se a faculdade é um fato, e mesmo que você não goste, é importante demonstrar-se comprometido. Alunos motivados permitem ao professor conduzir melhor a disciplina, sendo o benefício um jogo de ganha-a-ganha. Se você ainda está na graduação, não abra mão desta oportunidade de fazer acontecer.

Começando 2009

janeiro 8th, 2009

Baterias ainda recarregando. Nem irei falar, siga o twitter e você irá perceber. Mas um diálogo pra começar bem o ano:

Aldrin Leal says (3:18 AM):
mas enfim… ando meio nostálgico atualmente. mas depois visto o colete a prova de balas e retomo a postura "fire and motion"
Aline says (3:19 AM):
vou fazer a matrícula na próxima turma do curso "aprenda matar leões em 30 segundos"
Aldrin Leal says (3:19 AM):
matricule-se. eu recomendo porque sou eu que ministro o curso
Aldrin Leal says (3:19 AM):
depois faça o "criação de coelhos: usando as habilidades reprodutivas para matar vários e tirar outros da cartola – diariamente!"
Aline says (3:20 AM):
:))))
Aldrin Leal says (3:20 AM):
(posso blogar?)
Aline says (3:20 AM):
pode